<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894</id><updated>2011-07-07T23:55:44.038+01:00</updated><category term='Teatro de Objectos'/><category term='2010 01 04'/><category term='Improvisação'/><category term='Formação de grupos'/><category term='2009 11 17'/><category term='Multimedia'/><category term='Relaxamento'/><category term='2009 12 09'/><category term='2009 11 14'/><category term='2009 10 27'/><category term='Aquecimento'/><category term='2009 11 10'/><category term='Projecto'/><category term='2009 10 13'/><category term='2009 09 29'/><category term='2009 11 03'/><category term='2009 10 06'/><category term='Teatro das Sombras'/><category term='2009 10 20'/><category term='Teatro em Palco'/><category term='Dinâmicas de grupo'/><category term='Percepção do espaço'/><category term='Reflexão final'/><category term='2009 11 24'/><category term='Profissionais'/><category term='2009 12 14'/><category term='Contar'/><category term='Imaginação'/><title type='text'>PICCOLO TEATRO CONTAGIOSO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-2201798918056689258</id><published>2010-01-03T14:53:00.006Z</published><updated>2010-01-03T14:57:38.905Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão final'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2010 01 04'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Reflexão final</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fazer uma reflexão final antes do fim pode parecer uma contradição dos próprios termos, mas, sendo a véspera da estreia da nossa peça o prazo para a publicação de posts neste blog é esta a altura duma reflexão final, não só do nosso projecto, mas também de toda a disciplina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em primeiro lugar, não posso não fazer uma pequena comparação entre esta disciplina de Pratica Teatral e a cadeira de Teatro e Interdisciplinaridade, que tive o ano passado, sempre com o professor Miguel Falcão. No final do primeiro semestre do ano passado fiquei parcialmente desiludido quando a disciplina de Teatro e Interdisciplinaridade porque achei quer as aulas, quer o projecto pretendido para a avaliação muito, se calhar demasiado, teóricos e pouco inerentes ao teatro. Este ano, pelo contrario, saio (esperamos) com satisfação desta disciplina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De facto, podemos dividir o trabalho feito até agora em duas partes: a primeira, assim como se pode verificar neste blog, mais dedicada aos exercícios teatrais e a experimentação de diferentes técnicas teatrais; a segunda ocupada inteiramente do trabalho de preparação e realização da nossa peça “Os cornos de Cristo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto à primeira parte do semestre, acho fundamental que futuros profissionais da ASC, como nós, conheçam algumas dinâmicas de grupo realizadas graças ao teatro e, como já afirmado, a única maneira de aprender e saber dinamizar estas actividades de um modo profissional e animado é experimentar em primeira pessoa a própria dinâmica no papel de participantes. Também a descrição e a reflexão sobre cada exercício, que nos foi pedida como método de avaliação, é fundamental para sistematizar o trabalho feito, para reflectir sobre o mesmo e para saber dinamizá-lo num futuro próximo. Para além disso, o desafio de pôr-se em jogo frente aos outros criou um ambiente positivo quer nas duas turmas de ASC, quer entre estas e a turma de Música na Comunidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um outro aspecto fundamental é a experimentação de novas e diferentes técnicas teatrais, assim como fizemos para o teatro dos objectos, o teatro das sombras e o teatro de actor. Conhecer, promover e dinamizar actividades novas e novos métodos de trabalho com os nossos públicos-alvo é um objectivo intrínseco da ASC e, mais uma vez, a experimentação em primeira pessoa é fundamental. Com o conhecimento e a reflexão feita sobre estas novas técnicas poderemos contribuir para levar cada vez mais novos estímulos aos destinatários das nossas acções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passando a tratar o nosso pequeno projecto teatral de grupo, não posso negar uma ligeira frustração por não ter realizado um projecto teatral como grupo turma, como previsto no início da cadeira. Teria sido uma ocasião, tão rara no nosso curso, de trabalhar em grande grupo, com papéis e responsabilidade diferentes, para chegar a um resultado final em conjunto. Como sabemos, graças também aos posts precedentes neste blog, esta oportunidade não foi concretizada e, no final do mês de Novembro, começámos a trabalhar a um projecto com um grupo de 6 pessoas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com o trabalho quase concluído posso afirmar que trabalhámos bastante bem, dividindo, como espero se reflicta neste blog, o trabalho em partes e tentando trabalhar cada parte com o máximo de seriedade possível. A nossa escolha, uma novela do Decameron de Boccaccio, é sem dúvida provocatória e irónica, tratando temas “picantes” também nos dias de hoje, e não só no século XIV. Este seu carácter provocatório criou-nos alguns problemas e, a poucos dias da estreia, continuo pessoalmente a ter algum receio de ofender a sensibilidade das pessoas e de ter construído, com os meus colegas, um texto um pouco obsceno. Por outro lado, estou muito contente da nossa escolha porque acho a trama da novela genial e o próprio facto de ser um clássico da literatura italiana escrito no 1300 torna-o ainda mais fascinante. Continuando a reflexão sobre as possíveis utilizações das actividades desenvolvidas ao longo desta cadeira e sobre o proporcionar elementos sempre novos e inéditos aos nossos públicos acho que a nossa escolha e o nosso trabalho para a realização da peça vai neste sentido. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O facto de ter de montar um espectáculo completo deu-me a possibilidade, pela primeira vez, de pensar e tratar de todos os aspectos necessários a boa realização do mesmo: a escolha do texto, a cenografia, os figurinos, a música, as entradas e as saídas, a adaptação dum texto em prosa para um texto teatral, os ensaios e o factor tempo. Graças a esta nossa experimentação retenho-me capaz agora de refazer um novo espectáculo, sempre, como o nosso, pequeno e amador, com as pessoas com as quais irei trabalhar. É um facto que, ao longo deste projecto, recorremos poucas vezes à ajuda do professor, arriscando assim não satisfazer os objectivos pretendidos, mas, na minha opinião, esta autonomia nasce da boa divisão do trabalho que fizemos e do entusiasmo que cada membro do grupo demonstrou nas diferentes fases do projecto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Finalmente queria propor uma pequena reflexão sobre este blog. Cada vez que publico um novo post acho esta plataforma mais direccionada aos objectivos pretendidos e explicados no primeiro post. Graças a este formato consegui acompanhar regularmente o trabalho feito, também fora da sala de aula, e neste último mês vi que este blog serviu de ajuda para outras pessoas, assim como nos propósitos iniciais. Ainda não sei se depois do fim deste semestre continuarei escrever neste blog, mas sem dúvida, até agora este demonstrou-se uma boa ferramenta de trabalho, também na óptica de aproximar o nosso trabalho académico com as novas tecnologias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois deste post faltará só a actuação da nossa peça, no dia 5 de Janeiro, que, mesmo corra mal, não prejudicará todo o trabalho feito até agora, que na minha opinião foi enriquecedor e estimulante.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-2201798918056689258?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/2201798918056689258/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2010/01/reflexao-final.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/2201798918056689258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/2201798918056689258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2010/01/reflexao-final.html' title='Reflexão final'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-7979772931234292396</id><published>2010-01-03T14:48:00.007Z</published><updated>2010-01-04T20:11:18.075Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2010 01 04'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Música e cenografia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como já referido escolhemos também utilizar a música em duas partes do nosso espectáculo: o intermezzo e o final. Para fazer isso e para procurar temas da mesma época da nossa novela pedimos a ajuda do professor Paulo Rodrigues que nos aconselhou três canções do ensemble Clemencic Consort. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim como apresentamos aqui o guião da peca achei correcto publicar também os extractos das duas canções que preparámos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jE21vXufCAk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jE21vXufCAk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Música para o intermezzo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NCPRceseJbo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NCPRceseJbo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Música para o final&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto à cenografia tivemos algumas dificuldades em encontrar um crucifixo para por na parede, suficientemente grande e suficientemente barato, sendo esta uma produção a custo zero. Por isso decidi pintar um Cristo, utilizando uma imagem impressa para a cara, canetas de cor e tintas acrílicas. O resultado é este, mais um Cristo hippie do que um Cristo do século XIV, mas se calhar um Cristo hippie até faça mais sentido, numa peça como esta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/S0JK5k7LafI/AAAAAAAAAzE/X3gyiMmM9hs/s1600-h/cristo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/S0JK5k7LafI/AAAAAAAAAzE/X3gyiMmM9hs/s640/cristo.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cristo hippie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana;"&gt;Canetas de cor e&amp;nbsp;tintas acrilicas sobre cartão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-7979772931234292396?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/7979772931234292396/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2010/01/musica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/7979772931234292396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/7979772931234292396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2010/01/musica.html' title='Música e cenografia'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/S0JK5k7LafI/AAAAAAAAAzE/X3gyiMmM9hs/s72-c/cristo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-696242832547713459</id><published>2010-01-01T20:53:00.008Z</published><updated>2010-01-03T16:08:39.006Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2010 01 04'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Guião</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sendo o dia 4 de Janeiro a véspera da nossa estreia, o dia do ensaio geral e também o prazo último para a publicação oficial de posts neste blog decidi apresentar aqui o guião da nossa peça. Este guião, como já explicado nos posts anteriores, é o resultado de um trabalho feito quer a partir das duas versões escritas da novela, a portuguesa e a italiana, quer com base nos exercícios feitos nos ensaios por todos os participantes do grupo. A divisão das cenas, apresentada em cor-de-laranja,&amp;nbsp;recupera a tabela feita no inicio do nosso trabalho e as falas apresentam-se sobretudo como uma ajuda aos actores, não como o texto definitivo. Isso porque, ao longo dos ensaios, vimos que, por vezes, o entusiasmo em representar, que julgamos nós será até maior no dia da estreia, leva-nos a modificar ligeiramente as falas aqui reportadas. O que interessa, e o fim último deste guião é a definição dos pontos chaves em cada cena, como a nomeação das outras personagens, as palavras que desencadeiam uma acção predeterminada feita por um outro actor e as falas mais engraçadas. Destas partes, no dia da apresentação, não podemos esquecer-nos, está em jogo todo o trabalho feito até agora e a boa realização da inteira peça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 1&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Jardineiro velho vai-se embora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Só falas atrás da cortina, vozes tranquilas mas chatas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Voz 1&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Põe isto aqui&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Voz 2&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Este trabalho está mal feito, senhor jardineiro&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Voz 3&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Agora tem de voltar a fazer tudo de novo à maneira, oh meu senhor&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Jardineiro velho&lt;/strong&gt; (zangado) – “&lt;em&gt;Agora vou mas é embora. Estou farto de vocês e dos vossos trabalhos, nunca estão contentes e ainda por cima o salário é tão pequeno que nem dá para pagar as solas dos meus sapatos, adeus!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O jardineiro velho sai de atrás da cortina e entra em cena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 2&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Chegada do jardineiro velho à aldeia, festa e encontro com Masetto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O jardineiro velho sai de atrás da cortina e anda sozinho na cena ao encontro de um grupo de pessoas que o acolhem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pessoas saem de atrás do placar preto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Aldeão 1&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Bem-vindo amigo, há quanto tempo!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Aldeão 2&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Finalmente de volta, depois de tantos anos de trabalho, sê bem-vindo, pá’&lt;/em&gt;” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Então, conta-nos onde é que foste e porque é que voltaste?&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Jardineiro velho&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Ai, Masetto, fui trabalhar muitos anos como jardineiro, num convento de freiras. Mas as freiras eram umas chatas, todas ainda jovens, nunca estavam contentes com o meu trabalho, havia sempre algum motivo para refilar e olha, ainda por cima, o ordenado era mínimo, nem dava para uma pipa de tabaco. Então fui-me embora, já estava farto, pá’&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Eh lá… freiras todas jovens…&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Jardineiro velho&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Sim, todas recém-ordenadas e chatas. Havia lá mais um feitor, que era o meu chefe, ele até me pediu para arranjar um substituto, mas quem é que quer ir lá, para aquele inferno!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Tens razão, meu amigo, que há de um homem fazer no meio das mulheres? Antes estar com diabos! Seis vezes em sete, nem elas próprias sabem o que querem.&lt;/em&gt;” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Jardineiro velho&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Pois, malditas sejam, olha vou-me embora, que ainda tenho saudades de casa e da comida da minha irmã.&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Adeus, adeus, mais uma vez bem-vindo e obrigado&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Jardineiro velho e outros aldeões caiem da cena atrás da cortina e fica só Masetto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 3&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Masetto pensa sozinho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto sozinho pensa em voz alta, andando de um lado para o outro da cena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Eh pá, freiras jovens e recém-ordenadas é um bom prato! Não posso deixar fugir esta ocasião. Vou já para o convento ver as meninas e para fazer com que o feitor me aceite como jardineiro. Não espera lá, de certeza que a mim, alto, bonito e jovem como sou, não me aceitam, sou demasiado tentador para todas as raparigas, imagina para uma freirita. Tenho de pensar num truque …mmhhh… já sei, o convento fica longe daqui, lá ninguém me conhece, posso fingir que sou mudo e assim elas até irão ter pena de mim, eheh!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto põe-se a andar em direcção da cortina (convento)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 4&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Masetto chega convento, encontra o feitor e madre superiora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Feitor sai do convento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto encontra o feitor a trabalhar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com os gestos tenta comunicar que tem fome e quer trabalhar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Feitor&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Tens fome né? Queres trabalhar? Pareces-me bastante forte, toma, começa a arar aqui o campo da horta, já vamos ver se és capaz, arranja-me esta horta.&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto começa a trabalhar e entretanto chega do convento a Madre Superiora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Madre Superiora&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Ai nossa santa virgem, senhor feitor, quem é este jovem e o que que ele faz aqui?&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Feitor&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Bom dia madre, este é um pobre surdo-mudo que passava por aqui, tentou fazer-me perceber que tinha fome e que queria trabalhar e então pu-lo a arranjar esta horta, que está a precisar desde que o outro jardineiro se foi embora. Queria também perguntar à madre se ele podia ficar a ajudar-me nos trabalhos, estamos mesmo a precisar e ele, cuidado, é surdo-mudo e parece-me também um pouco estúpido, mas lá que sabe trabalhar, sabe!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Madre superiora&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Então está bem, se você diz que estamos a precisar que assim seja, se calhar podemos também ajudar este filho de deus perdido, dê-lhe comida e ponha-o a dormir na barraca” e depois para o Masetto “sê bem-vindo rapaz, a família de deus acolhe-te nos seus braços como um filho&lt;/em&gt;” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto ri-se&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 5&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Masetto a trabalhar e duas freiras jovens&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto trabalha sozinho no campo e ao convento chegam da esquerda duas freiras jovens falando entre elas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 1&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Se eu soubesse que tu não o contarias a ninguém, eu revelar-te-ia um segredo&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 2&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Diz amiga, sabes que eu não abro a boca com ninguém&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 1&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Nós estamos aqui fechadas nestas quatros paredes, mas eu ouvi dizer muitas vezes das mulheres da aldeia que toooodos os prazeres do mundo não são nada comparados com os prazeres da carne, tanto que eu fiquei com uma certa curiosidade. Só que os únicos dois homens aqui são o feitor, que é mais velho que o meu pai, e este jovem aqui, estúpido e surdo-mudo. Com toda esta curiosidade que tenho decidi experimentar com este rapazinho.&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 2&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Mas…mas… o que estás a dizer? Nós prometemos a nossa virgindade ao Senhor, nós estamos casadas com Cristo!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 1&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Eeeeeh… nós prometemos, agora já ninguém está a ver se mantemos a nossa palavra. Olha este rapaz é perfeito, é bonito e parece mesmo bom, e ainda por cima é mudo! Mesmo que quisesse não vai contar a ninguém! Vamos fazer assim, eu levo-o à barraca onde ele dorme e tiro-me todas estas curiosidades que tenho e tu ficas cá fora a ver se alguém aparece e depois trocamos, boa?&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 2&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Então está bem, agora despertaste também a minha curiosidade!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto, olhando para o público, ri-se&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A freira 1 vai buscar por mão Masetto, pega-lhe na mão e leva-o para atrás da cortina enquanto a freira 2 fica à porta com curiosidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 6&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;1ª Cena de sexo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atrás da cortina a mexer a cortina e a fazer barulhos e vozes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A freira 1 sai super contente, vai-se embora e troca com a freira 2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 7&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;3ª freira e 2ª Cena de sexo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atrás da cortina a mexer a cortina e a fazer barulhos e vozes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Do lado esquerdo entra a terceira freira, vê os barulhos atrás da cortina e pensa sozinha:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 3&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Aaaaaah…mas o que é isso? Aqui no convento? Tenho de ir contar a madre superiora….pausa para pensar….eh espera aí, não está aqui ninguém, se calhar olha vou ver como é que este rapazinho diz o rosário!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Freira 3 entra atrás da cortina e empurra para fora a Freira 2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atrás da cortina a mexer a cortina e a fazer barulhos e vozes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Freira 3&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Ai se a madre sabe disto…&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 8&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Masetto a dormir e madre superiora&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto sai de atrás a cortina e deita-se cansado perto da parede&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entra a Madre Superiora do lado esquerdo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Madre Superiora&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Avé Maria cheia de graça….ai Avé Maria tu olha-me para este rapazola… não é só surdo-mudo, estúpido e bom jardineiro como tem uma vela por baixo destas calças…Ai não, meu deus, tira-me estes pensamentos carnais, … mas também não está aqui ninguém…&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Madre Superiora acorda o Masetto e leva-o para atrás da cortina&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Masetto ri-se&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 9&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;4ª Mini-cena de sexo e Masetto cansado, madre superiora arranja turnos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atrás da cortina a mexer a cortina e a fazer barulhos e vozes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Masetto cansado sai da cortina e a madre superiora vem atrás dele&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Eh pá…oh minha Madre Superiora…eu bem sei que o galo toma conta de dez galinhas, mas dez homens não satisfazem uma mulher eu cá estou sozinho com 4, estou tão cansado que não me aguento em pé nem eu nem o meu amigo cá em baixo, apesar dele ser muito religioso&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Madre Superiora&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Aaaaaaahhhhh mas tu falas! como é que isso é possível? é milagre! Fui eu com a minha amiga cá em baixo, que também é muito religiosa?&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Não sei, se calhar, depois de trabalhar tanto com as freiras Deus devolveu-me a fala, mas agora não interessa, vossemecê tem de encontrar uma solução!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Madre Superiora&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Mas como? Já andaste com todas? Já não sou o teu torrãozinho?&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Sim, todas já rezaram o rosário cá com o meu amigo eheheh&lt;/em&gt;” ri-se&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Madre Superiora&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Agora aqui temos um problema, não podemos mandar-te embora, está em causa a santidade do convento, e ainda por cima eu estou a gostar de rezar assim hihihi. Olha, vamos fazer assim: vamos arranjar turnos, tu de manhã trabalhas na horta e à tarde e à noite tratas das outras hortas, o que achas? Ai nossa senhora santíssima que bênção!&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Por mim está bem, desde que tenha subsídio de férias e de Natal, que vocês cansam-me a rezar ehehe&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;INTERMEZZO&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Calendário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com música, sem falas, o Masetto trabalha na horta e vai atrás da cortina, repetidamente enquanto o técnico de cena tira as folhas do calendário e as deixa cair no chão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Cena 11&lt;/strong&gt; &lt;span style="color: orange;"&gt;Masetto volta a aldeia e comenta com o amigo, põe os cornos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois do intermezzo o Masetto, sozinho, sai do convento e vai em direcção da aldeia onde encontra um seu amigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Amigo&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Eh, Masetto, tanto tempo, onde foste?&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Masetto&lt;/strong&gt; – “&lt;em&gt;Viva, amigo, sabes, trabalhei a vida toda. Agora volto finalmente para a terra, cheio de dinheiro, com muitos filhos que nem tenho de sustentar e forniquei até mais não ahahah…Sabes? Eu acho que esta é a maneira de Cristo de compensar quem lhe tira os espinhos e lhe põe os cornos ahahaha&lt;/em&gt;”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Música, pano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Fim&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-696242832547713459?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/696242832547713459/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2010/01/guiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/696242832547713459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/696242832547713459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2010/01/guiao.html' title='Guião'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-4539020528713472445</id><published>2009-12-16T16:43:00.006Z</published><updated>2009-12-16T16:49:06.323Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 12 14'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Ensaios</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois do trabalho relativo à cenografia e aos aspectos mais técnicos, aos quais fazem referências nos posts anteriores, começámos a escritura do guião. Tendo-me disponibilizado para fazer essa tarefa pelo grupo, parti da tabela de definição das cenas que realizámos em conjunto e, com o auxílio da versão portuguesa da novela, comecei a escrever a primeira versão do guião. Inicialmente, tive alguma dificuldade na definição e na escolha das falas, sendo a peça muito curta e tendo essencialmente um tom irónico e provocatório é fundamental que as falas das personagens reflictam estes aspectos. Assim, depois duma primeira redacção do guião, decidimos passar directamente aos ensaios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No primeiro ensaio, realizado no dia 10 de Dezembro, não considerámos logo o guião, mas começámos de novo, sempre partindo da tabela, com a encenação. Depois de terem lido e percebido o resumo da acção que ia decorrer em cada cena os actores presentes improvisaram as falas, num exercício dramático de improvisação, parecido com os desenvolvidos nas aulas. Os outros membros do grupo, em qualidade de espectadores, observavam a cena e, num segundo momento, avaliaram a expressividade das palavras e dos gestos dos colegas. Depois de ter procedido ao ensaio completo da peça tivemos assim uma versão escrita das falas e uma versão improvisada e discutida por todos os participantes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Graças a estes dois suportes procedemos a uma segunda edição do guião, melhorada com as ideias saídas do primeiro ensaio. E foi com esta segunda versão, mais aperfeiçoada que ensaiamos na sala de aulas. Este ensaio, o primeiro no efectivo espaço onde iremos apresentar a nossa peça, foi-nos muito útil, para além de que para as falas e os movimentos na cena, para as entradas e as saídas de cena dos vários actores que, como já dizemos, irão interpretar várias personagens. Neste ensaio, pela primeira vez, montámos também uma parte da cenografia e vimos quanto espaço real temos, quer para representar quer para nos esconder e trocar de roupa quando não estamos em cena. Experimentámos também os fatos, quase todos, para ver se temos de procurar mais adereços e mais roupas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estão previstas, antes da grande estreia, mais duas sessões de ensaio. Uma onde iremo-nos cronometrar-nos, pois o factor tempo continua a ser um problema a ter em conta, e finalmente o ensaio geral, com música, cenografia e figurinos completos, que já está marcado para o dia 4 de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-4539020528713472445?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/4539020528713472445/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/12/ensaios_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4539020528713472445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4539020528713472445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/12/ensaios_16.html' title='Ensaios'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-6972203270329237121</id><published>2009-12-16T16:30:00.006Z</published><updated>2009-12-16T16:54:14.896Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 12 09'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contar'/><title type='text'>Serão de contos na ESELx</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Como já anunciado este post pretende apresentar o trabalho feito por mim para a realização do serão de contos na ESELx no dia 9 de Dezembro. A ideia partiu da professora Lúcia Soares, da disciplina de Literatura de Expressão Portuguesa e do professor da cadeira para a qual este blog é o instrumento de avaliação, Prática Teatral, Miguel Falcão, que, sabendo que eu era um contador do projecto da &lt;a href="http://www.oeiras-a-ler.blogspot.com/"&gt;Biblioteca Municipal de Oeiras&lt;/a&gt; (BMO) “Histórias de Ida e Volta” e que na turma do primeiro ano do pós-laboral estuda a colega Rita Dornellas, técnica da BMO e responsável pelo projecto, nos desafiaram para organizar um serão de contos na nossa Escola.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para ser honesto quem fez a grande parte do trabalho foi, de facto, a Rita que escolheu os contadores entre os da bolsa do projecto da BMO, organizou a sua turma para a aquisição em conjunto dum bolo-rei para tornar a noite mais acolhedora e preparou duas leituras, uma em conjunto e uma feita por ela própria, como presente para os contadores convidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Eu limitei-me a trazer um conto, descoberto na tradição oral moçambicana para a avaliação da disciplina da professora Lúcia Soares, e a tratar das tarefas mais técnicas como as luzes e os folhetos com o alinhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Neste blog acho interessante reportar o meu trabalho com as luzes, uma vez que na peça que iremos apresentar na última aula não iremos poder utilizar este tipo de suporte técnico. O local escolhido para o serão foi o Salão Nobre da nossa Escola que tem várias luzes que o iluminam completamente, mas um dos aspectos principais para a boa realização dum serão de contos é ter uma luz quente, mas não demasiado intensa, para recrear um ambiente acolhedor e focar a atenção no contador e nas suas palavras. Por isso decidimos utilizar os dois spots menos potentes que a Escola tem e posicioná-los no primeiro andar do salão nobre. Juntamente com a Rita decidimos colocar a cadeira do contador por baixo do palco e cerca de 60 cadeiras à sua frente, numa meia-lua, sempre para tentar recrear um ambiente acolhedor e quase intimista. As luzes, seguradas ao corrimão, uma em cada lado da sala deveriam iluminar o lugar do contador e também o palco, onde iriam ser posicionadas as primeiras obras dos alunos da disciplina “Oficina de Expressão Plástica”. Todavia foi preciso evitar que a fonte de luz incomodasse em primeiro lugar o contador, sendo o contacto visual com o público uma componente fundamental do nosso trabalho, e claramente também as pessoas do público, mais especificadamente as sentadas nas extremidades da meia-lua. Para posicionar as luzes e para verificar todos estes pormenores efectuamos uma prova de luzes dois dias antes o serão de maneira a prevenir problemas de última hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O serão começou com a leitura em conjunto do texto “O Limpa-Palavras” de Álvaro Magalhães e com a leitura de “O Senhor das Palavras” de Isabel Rosas, feita pela Rita, em jeito de presente aos contadores que aceitaram participar no serão na nossa Escola. A seguir sucederam-se vários contadores da BMO, alguns dos quais pertencem ao grupo dos &lt;a href="http://contabandistas.no.sapo.pt/"&gt;Contabandistas&lt;/a&gt;, e duma professora da ESE, que concedeu também um bis à audiência. O público, composto por alunos da Escola, maioritariamente das turmas do pós-laboral, por professores e por convidados amigos dos contadores foi muito participativo e atento, o que é fundamental para um contador, sendo o acto de contar não só uma &lt;em&gt;performance&lt;/em&gt;, mas também um trabalho de partilha com as pessoas. Alguns dos contos escolhidos eram de autores, como José Eduardo Agualusa ou o italiano Stefano Benni, e da tradição oral africana, angolana e moçambicana. Alguns contadores decidiram, antes da própria actuação, mudar o conto reportado no folheto com o alinhamento entregue à entrada a todos os participantes e apresentado no final deste post. Isso porque, às vezes, um serão transforma-se e é preciso e importante adaptar os contos numa linha de continuidade e numa associação de ideias com os anteriores. Depois dos contos foi servido o chá, oferecido pelo Conselho Directivo, e os bolos, comprados em conjunto dos alunos. Esta foi também a ocasião para trocar opiniões, agradecer e partilhar experiências, profissionais e não só, entre os participantes e os contadores. O espírito de todo o serão foi, na minha opinião, muito bom, descontraído e partilhado e este é, sem dúvida, um dos objectivos da realização deste evento na nossa Escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Nos dias seguintes alguns dos contadores agradeceram-nos, a mim e a Rita, pelo convite e demonstraram a sua apreciação sobre o Salão Nobre para este tipo de eventos. Esta poderia ser uma sugestão para a Escola continuar a realização de serões de contos, também porque a promoção da leitura e da tradição oral e a técnica do contar são aspectos fundamentais para as profissões que aqui são ensinadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Alinhamento dos contadores:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Helena Gravato: &lt;i&gt;Kimanueze e a filha do Sol&lt;/i&gt; - Conto Tradicional de Angola &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;António Gouveia: &lt;i&gt;Sir Gawain e a Dama Repugnante&lt;/i&gt; - Conto Tradicional&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Antonella Girardi: &lt;i&gt;Vai Amália, tu consegues!&lt;/i&gt; - Stefano Benni&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Maria Encarnação Silva: &lt;i&gt;O pássaro pançudo&lt;/i&gt; – Conto tradicional português&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Cláudia Fonseca: &lt;i&gt;O Uivo amarelo dos Girassóis&lt;/i&gt; - José Eduardo Agualusa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Matia Losego: &lt;i&gt;Os filhos do Cobra Bona&lt;/i&gt; - Conto tradicional moçambicano&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SykKbOgbD4I/AAAAAAAAAy8/Y5KPx0mnawo/s1600-h/Imagem+do+Projecto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SykKbOgbD4I/AAAAAAAAAy8/Y5KPx0mnawo/s640/Imagem+do+Projecto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: orange; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;Ilustração do Projecto "Histórias de Ida e Volta" da BMO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oeiras-a-ler.blogspot.com/" style="color: orange; font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;oeiras-a-ler.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-6972203270329237121?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/6972203270329237121/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/12/serao-de-contos-na-eselx.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/6972203270329237121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/6972203270329237121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/12/serao-de-contos-na-eselx.html' title='Serão de contos na ESELx'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SykKbOgbD4I/AAAAAAAAAy8/Y5KPx0mnawo/s72-c/Imagem+do+Projecto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-6750143061345851146</id><published>2009-11-30T11:54:00.005Z</published><updated>2009-11-30T11:59:15.737Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 24'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Figurinos, adereços e música</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste post iremos analisar o trabalho feito nos campos dos figurinos, dos adereços e da escolha da música. Estas três fases do trabalho foram até agora consideradas secundárias, dando mais importância ao guião e à cenografia. Todavia, para realizar um bom trabalho temos de ter em conta também estes aspectos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como vimos, quase todos os actores irão interpretar mais do que uma personagem por isso os figurinos devem ser obrigatoriamente simples e rápidos, continuando porém a caracterizar a personagem aos olhos do público. Escolhemos inicialmente em conjunto usar por baixo dos figurinos roupa preta para depois acrescentar a roupa característica de cada personagem. Assim Masetto será um jovem camponês, de fato-macaco ou calças de ganga lisas, camisa aos quadrados e chapéu de palha e o outro jardineiro inicial, o feitor e as pessoas da aldeia irão ter mais ou menos o mesmo figurino, se calhar menos caracterizado, sem, por exemplo, o chapéu de palha. As freiras terão, por cima da roupa preta, uma capa do traje académico, posta nos ombros, e na cabeça um lenço preto com, se possível, uma estrutura em cartolina branca para suste-la. A madre superiora será igual, só caracterizada por uma coroa do rosário na cintura. O técnico de cena, como já vimos, estará vestido de preto, para passar quase despercebido e focar a atenção do público&amp;nbsp;na sua acção e não na sua personagem. Estas escolhas para os figurinos permitem-nos fazer&amp;nbsp;rápidas mudanças entre as personagens e utilizam roupa que podemos facilmente encontrar nas nossas casas ou em casa de amigos, como é o caso das capas dos trajes académicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vimos, ao longo do debate desta sessão, que também não são precisos muitos adereços, sendo a peça, já com os nossos cortes, muito curta e sendo as personagens já suficientemente caracterizadas com os figurinos. Assim estamos a prever precisar apenas de uma pá, ou de uma outra ferramenta de jardineiro, e se calhar uma coroa do rosário para a madre superiora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Inicialmente não vimos a necessidade de por música na nossa peça, mas depois, reflectindo melhor, percebemos que, sem música, faltaria um elemento fundamental e sobretudo no intermezzo a acção seria bastante silenciosa e se calhar monótona. Assim decidimos pesquisar temas para o intermezzo e provavelmente para o final da peça. Na pesquisa pedimos ajuda ao professor Paulo Rodrigues, da área de música, clarificando a época na qual a novela foi escrita (por volta de 1350) e o seu tom irónico e alegre. O professor forneceu-nos algumas danças amorosas medievais que iremos experimentar ao longo dos ensaios, tendo em conta a possibilidade também de cortar um tema ao meio, para aproveitar só uma determinada parte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sendo na sala de aula o nosso espectáculo não precisa, ou se calhar não pode, ter um sistema de luzes, também porque todos os membros do grupo estarão empenhados na cena como actores e não poderiam trabalhar simultaneamente este aspecto. Todavia, paralelamente a esta peça, estamos a preparar, com outros colegas das turmas da noite, um serão de contos no salão nobre da ESE no dia 9 de Dezembro e, entre outras coisas, eu estou encarregado de encontrar uma solução para o sistema das luzes, de maneira a ter uma luz quente, acolhedora, sem ser demasiado dispersiva. Neste blog iremos falar mais à frente também do trabalho que está por trás deste serão de contos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-6750143061345851146?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/6750143061345851146/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/figurinos-aderecos-e-musica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/6750143061345851146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/6750143061345851146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/figurinos-aderecos-e-musica.html' title='Figurinos, adereços e música'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-4554585685926538914</id><published>2009-11-30T11:51:00.006Z</published><updated>2009-11-30T11:53:33.568Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 24'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Cenografia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A cenografia criou-nos, desde o início, bastantes problemas quer por a representação da peça ser na sala de aulas, quer pela necessidade de ter cenografias minimalistas, rápidas de montar e desmontar, dado que todos os grupos irão apresentar o seu trabalho no mesmo dia, quer pela realização das cenas de sexo, fundamentais para o desenvolvimento da nossa história. A primeira solução encontrada foi a utilização duma cortina, representando o convento, atrás da qual realizar as partes mais picantes. A dúvida agora, sanável só nos ensaios, é entre a escolha de um pano branco ou um pano preto para a cortina. A ideia do pano branco nasceu da sugestão de realizar as cenas de sexo só com as sombras das personagens, realizadas graças a luz dum projector, mas continuo a pensar que será bastante difícil projectar no pano sombras nítidas de duas pessoas abraçadas e o problema de sobreposição das sombras mantêm-se de difícil solução. Além disso, a cortina seria útil também para a troca de figurinos e o pano branco pode não esconder suficientemente. Assim, as opiniões no seio do grupo parecem tender mais para a escolha do pano preto. Um outro problema da cortina é a estrutura que a sustem. Inicialmente tínhamos pensado numa complicada estrutura em madeira dobrável que permitia criar uma “porta” onde pendurar a cortina. Observando os custos desta obra e analisando mais no particular a sala de aulas decidimos simplesmente estender um fio entre dois parafusos já presentes nas paredes e pendurar a cortina neste fio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um outro ponto central da cenografia é a presença de um crucifixo, quer para criar o ambiente dum convento quer para a irónica cena final. Por isso, e para pendurar também o calendário do qual falámos no &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/definicao-das-cenas.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, precisávamos de um elemento cénico, pois decidimos em conjunto não pendurar nem o crucifixo nem o calendário na parede. Escolhemos enfim a parte detrás de um armário, também presente na sala, tendo em conta que iremos colar o crucifixo e o calendário com uma pasta adesiva, sendo todo o armário de contraplacado e não podendo sustentar pregos ou parafusos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enfim o último problema da cenografia era relativo às entradas e às saídas dos personagens, assim como as suas trocas de roupa, porque a sala de aula não tem, como um palco, bastidores nem saídas predefinidas. Escolhemos utilizar o fantocheiro preto da sala como saída do lado direito do “palco”. Esta escolha é unicamente derivada da existência na sala desta estrutura e da necessidade de ter um bastidor além da cortina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim o palco apresentará uma cortina pendurada num fio do lado esquerdo do público, um armário com crucifixo e calendário no centro da cena, encostado a parede, e uma saída do lado direito, mascarada com o fantocheiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-4554585685926538914?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/4554585685926538914/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/cenografia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4554585685926538914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4554585685926538914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/cenografia.html' title='Cenografia'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-6604133021970488280</id><published>2009-11-30T11:45:00.005Z</published><updated>2009-11-30T12:04:56.166Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 24'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Definição das cenas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesta sessão, depois de, ao longo da semana anterior, termos lido e analisado as duas versões da novela que escolhemos, uma modernização em italiano feita por Aldo Busi e uma tradução para português de Fernando Melro, debatemos para chegar a um consenso acerca de quais são os pontos fulcrais da trama. Com base nisso evidenciámos também as partes secundárias, mas indispensáveis para a compreensão da história e finalmente as partes facilmente elimináveis, pois um dos nossos maiores problemas continua a ser o limite máximo de 10 minutos para a realização da peça na última aula do semestre. Dos pontos fundamentais partimos também para o trabalho central desta sessão, a definição das cenas segundo um esquema parecido ao que já utilizámos na disciplina Oficina Multimédia o ano passado, com o professor Sidónio Garcia e Jorge Bárrios. Neste esquema, reportado mais à frente, constam o número progressivo das cenas, um breve resumo da acção desenvolvida, centrada na personagem principal, o elenco das personagens presentes em cena e as suas entradas e saídas, os figurinos utilizados, as mudanças de cenografias entre cada cena (que, na verdade não existem nesta peça, sendo muito breve) e enfim a música utilizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SxOvucqQy4I/AAAAAAAAAyQ/SgXvC9Gk6Yo/s1600/tabela+1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SxOvucqQy4I/AAAAAAAAAyQ/SgXvC9Gk6Yo/s640/tabela+1.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cabeçalho da tabela de definição das cenas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como é óbvio, a partir da definição das entradas e das saídas, e mesmo, acho, antes dessa, a discussão chegou a tocar o problema da cenografia, do qual iremos falar mais especificadamente no post seguinte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma ideia importante saída da discussão foi a escolha de inserir um intermezzo onde um de nós, no papel de técnico de cena, irá tirar as folhas dum calendário presente na cenografia para representar a passagem do tempo na história, enquanto as outras personagens continuam, num plano secundário, as suas tarefas quotidianas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Só depois deste trabalho e da compilação do esquema conseguimos verificar o número exacto de personagens na nossa peça e em consequência podemos dividir os vários papéis entre os 6 actores. Como já combinado anteriormente cada um de nós irá desempenhar mais do que um papel, com excepção da pessoa que interpreta Masetto, a personagem principal. A escolha dos papéis teve de ter em conta também o tempo necessário para mudar de figurinos entre um papel e o outro e uma consequência lógica, para não criar confusão no público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SxOwEL6dv5I/AAAAAAAAAyY/uoo2vuyTltc/s1600/tabela+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SxOwEL6dv5I/AAAAAAAAAyY/uoo2vuyTltc/s640/tabela+2.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tabela de atribuição dos papéis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Finalmente começámos a adaptação do texto em prosa para a construção dum guião de cena e para fazer isso estudámos as duas versões do texto e a tabela da definição das cenas. Por motivos de falta de tempo e pela nossa inexperiência na escrita de textos teatrais decidimos redigir uma primeira versão que, na altura da publicação deste post ainda está em execução, e depois proceder a uma revisão e correcção da mesma já durante os ensaios. Assim, experimentado na prática, poderemos verificar se as falas escolhidas são suficientemente fortes e se desempenham a sua função e poderemos ter mais ideias graças à improvisação de cada um nos ensaios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se no &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/pesquisa.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt; não revelámos a história que escolhemos, referindo apenas o título e o facto de ser a primeira novela do terceiro dia do Decameron de Boccaccio, para manter o efeito surpresa, decidi também aqui não apresentar o esquema da definição das cenas concluído, onde está presente um resumo da trama, apresentando porém o cabeçalho da tabela para dar a perceber o nosso método de trabalho. Além disso, decidi apresentar em completo a tabela dos papéis de cada membro do grupo, assim como as grandes companhias revelam antes das estreias o nome dos actores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-6604133021970488280?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/6604133021970488280/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/definicao-das-cenas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/6604133021970488280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/6604133021970488280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/definicao-das-cenas.html' title='Definição das cenas'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SxOvucqQy4I/AAAAAAAAAyQ/SgXvC9Gk6Yo/s72-c/tabela+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3156361509087634866</id><published>2009-11-23T10:27:00.006Z</published><updated>2009-11-29T14:34:13.923Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 17'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projecto'/><title type='text'>Pesquisa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para a avaliação desta disciplina, diferentemente da proposta inicial de montar uma peça teatral em grande grupo com toda a turma, foi decidido realizar vários projectos teatrais em pequenos grupos. As directrizes dadas pelo professor estabeleceram o número de componentes do grupo, entre 5 e 7, a duração da peça, máximo 10 minutos, e a possibilidade de escolher entre teatro em palco, teatro das sombras, teatro de objectos ou uma mistura destas diferentes técnicas que explorámos nas aulas. A peça ira será apresentada na última semana de aulas, mais especificadamente no dia 5 de Janeiro, pelo qual, tendo um grupo a seguir ao outro numa única sessão, o factor tempo torna-se fundamental, assim como a relativa simplicidade das cenografias e dos figurinos. No final não será preciso entregar o guião da peça, mas sim uma reflexão sobre o trabalho, quer de grupo, quer acerca do papel desempenhado pessoalmente na construção. Este primeiro post, assim como os outros que se irão seguir, fazem parte desta mesma reflexão final.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O nosso grupo juntou-se, além de afinidades de horários e de método de trabalho, na certeza de querer fazer teatro em palco, ou pelo menos fazer do teatro em palco a parte principal do nosso espectáculo, e na vontade de montar não uma peça infantil, mas sim uma peça para adultos, com temas sociais, políticos e provocatórios. Esta segunda escolha derivou dos gostos pessoais de alguns membros do grupo já, como referimos no &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/afonso-henriques-aprender-com-os.html"&gt;último post&lt;/a&gt;&amp;nbsp; espectadores e apreciadores do teatro civil, experimental e provocatório.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para experiencia pessoal no meu trabalho de contador sei que a parte da pesquisa e da escolha é, simultaneamente, a fase de trabalho mais difícil e mais interessante, influenciando claramente todas as seguintes. Por este motivo as fontes da nossa pesquisa foram multíplices e diferenciadas. Num primeiro momento procurámos, nas nossas bibliotecas domésticas, em livrarias e bibliotecas públicas, guiões e textos de curtas teatrais, porque, como já referimos, o factor tempo é fundamental neste trabalho. Todavia não encontrámos nada que nos desse a impressão de ser realizável por nós, amadores, nem nada que despertasse a nossa curiosidade. Autores italianos importantes no panorama internacional pelas suas peças civis e provocatórias, como Dario Fo, premio Nobel pela literatura em 1997, ou Marco Paolini, têm peças curtas, mas demasiados ligadas a factos e escândalos italianos, quase completamente desconhecidos ao público português, como “Morte Accidentale di un Anarchico” de Dario Fo, que implicariam uma grande parte de contextualização ou, na pior das hipóteses, uma não compreensão global da peça. Também outros autores estrangeiros, como Bertol Brecht, foram rapidamente postos de lado devido às dificuldades não só de compreensão, mas também de representação dos seus textos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Deixando do lado os textos teatrais começámos à procura, na internet, de espectáculos pequenos de companhias locais, quer italianas quer portuguesas. Muitas vezes estas companhias desenvolvem um trabalho interessante no campo do teatro experimental e de denúncia. Demo-nos conta que, quer em Portugal, mas maioritariamente na Itália, são organizados concursos para curtas teatrais onde participam jovens escritores e pequenas companhias. Mas também nesta área não encontrámos nada nem em forma de guião nem em formato vídeo, para além de uma companhia italiana que conseguiu sintetizar “I Promessi Sposi” de Alessandro Manzoni, um romance de 38 capítulos que se estuda em todos os liceus italianos, em 10 minutos, utilizando canções da música ligeira italiana para desenrolar toda a trama.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na nossa terceira tentativa resolvemos pedir ajuda aos amigos, alguns deles já com experiência no mundo do teatro e do circo, para receber sugestões e pontos de partidas para o nosso trabalho. Simultaneamente começámos a explorar o mundo dos contos e das novelas, sabendo que, com os devidos arranjes, poderiam ser um bom texto. E foi mesmo cruzando a nossa vontade de fazer uma peça irónica e provocatória com as novelas de autor que nos cruzámos com Decameron de Giovanni Boccaccio. Para mim esta é a terceira abordagem a este clássico da literatura italiana, depois da análise feita no liceu e depois duma pesquisa, ou caça, à procura de contos para contar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Decameron, escrito entre 1349 e 1351 por Boccaccio, é ambientado na altura na peste negra em Florença, onde, para fugir ao contágio, sete raparigas e três rapazes da aristocracia citadina decidem refugiar-se numa quinta. Assim, para se entreterem e para divertirem ao longo dos dias decidem que, cada jornada, cada um iria contar um conto para deliciar os outros. Cada dia teria também um rei, para estabelecer a ordem, e um tema para seguir. Assim, estes dez jovens contam cada um, por dez dias, uma novela, num total de cem contos. Além do tema do dia pode-se encontrar, numa análise mais apurada, um fio condutor de cada contador, ao longo de todos os dias. Os temas dos contos são picantes e provocatórios, como nos gostamos, e tem como protagonistas mulheres infiéis, maridos traídos, padres luxuriosos e freiras tentadoras que organizam mil e um truques e enganos para chegar aos seus fins, às vezes conseguindo o seu fito, por vezes sendo castigados por Deus ou pelo destino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma vez escolhido o livro de partida foi só escolher a novela e para isso tivemos de ter em conta quer os 10 minutos permitidos, quer o número de participantes do nosso grupo, seis pessoas, sendo que todos queriam, se possível, representar algum papel, e também o facto de ter só uma rapariga no grupo. Inicialmente lemos, numa versão italiana readaptada e modernizada por Aldo Busi, um escritor italiano, os vários temas de todos os dias, descritos pelo Boccaccio e conservados inalterados pelo curador da nova edição. Entre estes escolhemos o terceiro dia, onde se apresentam quem, graças à inteligência e ao engenho, alcança o objectivo tão desejado ou recupera a coisa perdida. Entre estas novelas escolhemos a que nos despertou mais curiosidade e que nos pareceu mais realizável pelo nosso grupo, chegando assim à decisão de começar a trabalhar a primeira novela da terceira jornada intitulada, na versão italiana, “Os Cornos de Cristo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A seguir, foi a altura de confrontar as duas versões italianas que conseguimos com a versão portuguesa traduzida por Fernando Melro e editada pela Europa-América em 1982. Nesta versão são apresentadas também as xilografias feitas em 1492 que editamos neste post como primeira apresentação, numa só imagem, da nossa história. Na próxima sessão iremos analisar a trama, cortar as cenas que, infelizmente, não iremos conseguir representar por motivos de tempo e começar a escrever o guião, escolhendo assim os papéis de cada um, as entradas e as saídas, as falas, a cenografia, os figurinos e a maneira de representar as cenas mais explícitas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As razões da nossa escolha residem no facto de termos encontrado, finalmente, uma novela, como ponto de partida, que permite ser cortada e reduzida a 10 minutos de cena, que dá a possibilidade a seis actores de representar mais que um papel cada um, que não precisa de grandes cenografias nem figurinos complicados, mas que, sobretudo, permite-nos realizar um trabalho irónico e provocatório e ao mesmo tempo divertido, tocando temas quase tabus como o sexo e a religião. O escândalo que o Decameron provocou na sua época acrescenta, sem dúvida, o fascínio que para nós tem este texto e a possibilidade de abordar estes temas a partir dum clássico da literatura italiana permite-nos trabalhar também as temáticas da promoção da literatura e da cultura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwpieGL2jXI/AAAAAAAAAxw/l1Pb4C4JX3w/s1600/xilografia+capa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwpieGL2jXI/AAAAAAAAAxw/l1Pb4C4JX3w/s400/xilografia+capa.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Xilografia do frontispício, 1492&lt;br /&gt;Fonte: Boccaccio, G. (1982). Decameron. Trad. Fernando Melro. Europa-América. Mem Martins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwpjQ9T4bYI/AAAAAAAAAx4/wKzlJby0yvk/s1600/xilografia+1492.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwpjQ9T4bYI/AAAAAAAAAx4/wKzlJby0yvk/s400/xilografia+1492.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Xillografia da primeira novela da terceira jornada, 1492&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Boccaccio, G. (1982). Decameron. Trad. Fernando Melro. Europa-América. Mem Martins&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3156361509087634866?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3156361509087634866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/pesquisa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3156361509087634866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3156361509087634866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/pesquisa.html' title='Pesquisa'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwpieGL2jXI/AAAAAAAAAxw/l1Pb4C4JX3w/s72-c/xilografia+capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-1639413015168598081</id><published>2009-11-21T02:05:00.010Z</published><updated>2009-11-27T11:19:10.711Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 14'/><title type='text'>Afonso Henriques. Aprender com os melhores</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdJFRltFvI/AAAAAAAAAxY/6iPYipMJfOY/s1600/httpwww.obando.pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdJFRltFvI/AAAAAAAAAxY/6iPYipMJfOY/s400/httpwww.obando.pt.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Afonso Henriques. Cartaz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.obando.pt/"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;obando.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na óptica de continuar a aprender com os melhores, numa linha de continuidade com a visão do documentário “Ensaio sobre o teatro” da companhia O Bando e na certeza que para ser promotor de actividades teatrais é preciso, em primeiro lugar, ser espectadores de teatro fomos assistir, no passado dia 14 de Novembro, a peça infantil Afonso Henriques da companhia O Bando no Teatro Nacional D. Maria II.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta peça estreou em 1982, mas teve tão sucesso que periodicamente é apresentada ao público de todo o país quer porque retrata uma personagem importante da história nacional, quer porque, sendo uma peça infantil, há sempre público novo para aprecia-la. A peça, apresentada por 5 actores (3 homens e 2 mulheres), conta toda a vida de Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal que, entre as outras coisas, prendeu a própria mãe, conquistou vários castelos portugueses contra os mouros e os castelhanos chegando assim a independência de Portugal, lutou contra o papa em questões de fé e morreu velho e, finalmente, rei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O trabalho dos actores no palco foi sempre interactivo, até ao ponto de convidar um menino a subir ao palco, e dinâmico, tornando assim a peça divertida e interessante sobretudo para um público jovem, que participou com comentos, gritos e palmas. O facto de, no início e no fim, os actores entrarem e saírem da sala em desfile, com musica e ritmo, passando no meio do público contribuiu para despertar a curiosidade e a participação. Em relação ao trabalho dos actores é de sublinhar também o facto que cada um desempenhou mais de um papel na cena, trocando de personagem só com um ou dois adereços, as vezes mudando-os mesmo em cena, como é o caso da troca de perucas quando Afonso Henriques passa de adulto a velho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma outra parte importante da peça foi, sem dúvida, a música que, acompanhando todo o espectáculo, recriou o ambiente medieval, com os tambores, a gaita-de-foles e as flautas, e acelerou o ritmo da história. A cenografia, fantástica, era composta por poucas coisas que, consoante a necessidade, se transformavam agora em castelos, depois em cavalos, em escadas, tronos e berços. Esta técnica teatral de utilizar a cenografia por múltiplos usos e de trocar de fato em cena, lembra-me alguns espectáculos da companhia do Chapitô, como Drakula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Outra característica a apontar, também para reportar o trabalho feito nas aulas à prática, foi a utilização de várias técnicas teatrais. Para representar cenas de batalha e sobretudo para inserir mais personagens, os actores utilizaram fantoches ou ainda uma espécie de teatro das sombras, actuando por baixo dum pano para recriar a noite, e também uma pequena cena de teatro dos objectos, quando Afonso Henriques, ainda menino, enterra o pai e recebe assim o poder. Também a utilização das mascaras de madeira, grandes e bonitas, contribuiu para a riqueza desta peça e para despertar a curiosidade do público, apesar de, por vezes, prejudicar a compreensão das palavras do actor que com a máscara.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O desenrolar da história não foi propriamente simples, tendo também algumas falas em espanhol, ou portunhol, e em italiano. Todavia acho correcto aumentar cada vez mais os estímulos e os desafios para um público infantil, considerando também que a mímica dos actores, a música e a cenografia ajudou muito à compreensão global da história. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Concluído, esta peça foi uma experiencia muito positiva quer pelo desempenho formidável da companhia, quer pela criatividade da encenação e das cenografias quer, finalmente, por ser no teatro Nacional D. Maria II, uns dos templos do teatro na cidade de Lisboa.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Sw6V5feqHaI/AAAAAAAAAyA/uHHzdJrLMuk/s1600/frente.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Sw6V5feqHaI/AAAAAAAAAyA/uHHzdJrLMuk/s400/frente.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Flyer. Frente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Digitalização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Sw6WLx_PkqI/AAAAAAAAAyI/E_TIDctd15Q/s1600/retro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Sw6WLx_PkqI/AAAAAAAAAyI/E_TIDctd15Q/s400/retro.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Flyer. Verso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Digitalização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdJrZTvagI/AAAAAAAAAxg/-RnngHmitNY/s1600/httpmunicipiobraga.blogspot.com200907afonso-henriques-tambem-vem-ao.html.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdJrZTvagI/AAAAAAAAAxg/-RnngHmitNY/s400/httpmunicipiobraga.blogspot.com200907afonso-henriques-tambem-vem-ao.html.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Imagem do espectáculo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://municipiobraga.blogspot.com/2009/07/afonso-henriques-tambem-vem-ao.html"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;municipiobraga.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdKPGh1P_I/AAAAAAAAAxo/woXsDiEjUNo/s1600/www.teatro-dmaria.ptTemporadadetalhe.aspxidc%3D1467%26ids%3D16.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdKPGh1P_I/AAAAAAAAAxo/woXsDiEjUNo/s400/www.teatro-dmaria.ptTemporadadetalhe.aspxidc%3D1467%26ids%3D16.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Imagem do espectáculo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.teatro-dmaria.pt/Temporada/detalhe.aspx?idc=1467&amp;amp;ids=16"&gt;teatro-dmaria.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ficha técnica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Afonso Henriques&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A partir de um poema épico de tradição oral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dramaturgia, encenação e espaço cénico: João Brites&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Arranjo musical a partir da recolha de música tradicional portuguesa e oralidade: Teresa Lima&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Figurinos: Clara Bento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Adereços: Isabel Carretas, Clara Bento e Fátima Santos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Desenho de luz: João Cachulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Interpretação: Ana Brandão, Guilherme Noronha, Miguel Jesus, Nicolas Brites e Sara de Castro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-1639413015168598081?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/1639413015168598081/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/afonso-henriques-aprender-com-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1639413015168598081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1639413015168598081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/afonso-henriques-aprender-com-os.html' title='Afonso Henriques. Aprender com os melhores'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwdJFRltFvI/AAAAAAAAAxY/6iPYipMJfOY/s72-c/httpwww.obando.pt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-9123006824729074134</id><published>2009-11-16T17:27:00.001Z</published><updated>2009-11-16T17:28:15.890Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimedia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 10'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro das Sombras'/><title type='text'>Teatro das sombras. Vamos experimentar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois da teoria foi a vez da prática, para aprender experimentando as técnicas, as dificuldades e as mais-valias do teatro das sombras. Depois de nos termos dividido em grupos de 5 ou 6 elementos foram dadas a cada grupo duas partes consecutivas de uma história já amplamente trabalhada nas aulas, a do Capuchinho Vermelho, na versão onde o caçador liberta a menina e a sua avó e enche a barriga do lobo com pedras. A cada grupo foram atribuídos dois cartões como estes e a tarefa de, em 40 minutos, construir as silhuetas necessárias para representar as próprias cenas com o teatro das sombras de maneira a construir em conjunto o conto inteiro. Os materiais dados a cada grupo foram cartolinas, papel filme colorido, tesouras, cola, fita-cola e palhinhas para manipular as figuras uma vez ultimadas. O trabalho dos grupos foi sobretudo à volta da decisão do que era fundamental existir em cena e sobre os papéis de cada um, uma das maiores preocupações, de facto, era o pouco tempo e a necessidade de realizar as figuras. Nesta fase de preparação tivemos também de encontrar tempo para ensaiar atrás do ecrã, para combinar as posições de cada um, as entradas e as saídas das personagens e os movimentos básicos. Infelizmente, pelo menos no meu grupo, neste pouco tempo, as falas foram deixadas à improvisação de cada um, confiando assim na capacidade de interagir uns com os outros e na flexibilidade.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGKnpPQPZI/AAAAAAAAAxI/fcEXREAwOCE/s1600/partes.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGKnpPQPZI/AAAAAAAAAxI/fcEXREAwOCE/s400/partes.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cartões atribuidos a cada grupo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGK0wBWYFI/AAAAAAAAAxQ/7Cu1foekm9A/s1600/materiais.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGK0wBWYFI/AAAAAAAAAxQ/7Cu1foekm9A/s400/materiais.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Materiais utilizados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O trabalho final consistiu na representação do conto todo seguido, mas, para não criar problemas de ruído de fundo e de desconcentração, como aconteceu outras vezes, foi decidido parar a acção e desligar o retroprojector cada vez que um grupo terminava a sua parte, para dar tempo e tranquilidade ao grupo seguinte de se preparar. O resultado final é apresentado no vídeo seguinte. O vídeo foi gravado e montado por mim por isso a qualidade do som não é óptima e sobretudo não apresenta a primeira parte da representação, sendo eu, nesta parte, um dos manipuladores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aP5Ioad5lJY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aP5Ioad5lJY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Trabalho final&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta primeira abordagem ao teatro das sombras revelou-se muito interessante sobretudo em relação à facilidade, à velocidade e à criatividade com a qual conseguimos criar as silhuetas em tão pouco tempo. Todavia, encontrei bastantes dificuldades na manipulação das figuras e reparei também nisso no trabalho dos meus colegas. Se calhar tivemos demasiada atenção relativamente à realização artística das silhuetas e não investimos o suficiente no praticar e no ensaiar atrás do ecrã. Este é um erro que, em futuros ambientes profissionais, não podemos voltar a repetir. O teatro das sombras, na óptica da oferta de um panorama cada vez mais abrangente de novos estímulos culturais aos nossos públicos, já desenvolvida neste &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/search/label/Teatro%20de%20Objectos"&gt;blog&lt;/a&gt;, é uma óptima ferramenta de trabalho, mas não podemos esquecer a qualidade da oferta apresentada. Por isso acho esta técnica ainda bastante difícil de actuar ou pelo menos acho fundamentais os ensaios e a aquisição de experiencia na manipulação, tanto como na construção das figuras, antes de utilizar o teatro das sombras em contextos profissionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-9123006824729074134?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/9123006824729074134/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/teatro-das-sombras-vamos-experimentar_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/9123006824729074134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/9123006824729074134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/teatro-das-sombras-vamos-experimentar_16.html' title='Teatro das sombras. Vamos experimentar'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGKnpPQPZI/AAAAAAAAAxI/fcEXREAwOCE/s72-c/partes.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-9101754373105024481</id><published>2009-11-16T16:47:00.007Z</published><updated>2009-11-16T17:30:04.735Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 10'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro das Sombras'/><title type='text'>Teatro das sombras. Teoria.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para abordar várias técnicas e escolas do teatro, nesta sessão começámos a trabalhar o teatro das sombras. Inicialmente o professor deu-nos uma breve explicação teórica sobre os recursos, as técnicas e as atenções que é preciso ter quando se trabalha com as sombras. Há duas maneiras de representar as sombras para um público: a primeira consiste em utilizar uma fonte de luz, um projector ou melhor ainda um retroprojector atrás dum painel com um ecrã branco, de papel ou de tecido. Os manipuladores encontram-se, escondidos, entre a fonte de luz e o ecrã e o público está do outro lado do ecrã. Nesta modalidade os manipuladores vêem as mesmas imagens do público invertidas, encontrando-se do outro lado do ecrã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGATKn7R-I/AAAAAAAAAwg/GyOTL_enZFg/s1600/teatro+das+sombras.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGATKn7R-I/AAAAAAAAAwg/GyOTL_enZFg/s400/teatro+das+sombras.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Primeiro esquema&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na segunda modalidade, como numa sala de aulas, o manipulador trabalha no retroprojector atrás do público, uma vez que o ecrã é a parede ou um painel branco em frente do público. Esta técnica pode ser usada para aumentar a interactividade, uma vez que os manipuladores estão visíveis atrás do público e podem pedir ajuda às pessoas, por exemplo, para as vozes ou os sons que são necessários no desenvolvimento da peça. Claramente, sobretudo com crianças pequenas, a primeira técnica é mais rica em mistério e magia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGAhFtrMyI/AAAAAAAAAwo/XrivwFqm3E8/s1600/teatro+das+sombras+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGAhFtrMyI/AAAAAAAAAwo/XrivwFqm3E8/s400/teatro+das+sombras+2.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo esquema&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Também a distância entre a figura projectada e o ponto de luz interessa porque quanto mais perto uma figura esteja da luz, maior essa será projectada no ecrã, mas com uma menor nitidez. Por outro lado uma figura muito próxima do ecrã manterá as suas dimensões originais e a sombra será muito escura e definida. Pode-se utilizar esta técnica para dar mais força a imagens e as palavras na cena, por exemplo, se um lobo mau aparece de longe pode-se aproximar a sua silhueta do ponto de luz até ao ecrã para dar a impressão da chegada ou outros truques deste género. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um outro ponto muito importante para aprender esta técnica é a utilização dos materiais para construir as silhuetas que irão projectar as sombras no ecrã. Uma silhueta de papel normal ou de cartolina projecta uma sombra preta opaca e não permite a sobreposição das figuras. Pelo contrário, a construção de papel filme colorido apresenta uma sombra da cor do papel e permite misturar as figuras e as próprias cores, segundo o esquema seguinte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGAw6C_1BI/AAAAAAAAAww/kaghsGrQ0C0/s1600/httpnastintasparaasregras.blogspot.com200705indescrio-das-cores.html.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGAw6C_1BI/AAAAAAAAAww/kaghsGrQ0C0/s320/httpnastintasparaasregras.blogspot.com200705indescrio-das-cores.html.png" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esquema das cores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://nastintasparaasregras.blogspot.com/2007/05/indescrio-das-cores.html"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;nastintasparaasregras.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este tipo de papel, por ser mais leve, pode ser utilizado também para fazer a roupa das personagens, ou as partes internas das figuras, para deixar passar mais luz e dar cor a toda a cena. As figuras, além que coloridas, podem ser articuladas, utilizando tachas para juntar as duas partes. Assim, os membros separados podem ser deixados livres para que baloicem ou ser manipulados separadamente, como no caso dum maxilar inferior duma personagem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Finalmente, a última coisa à qual é preciso prestar atenção, talvez seja aliás a mais importante, é a manipulação. De facto, é muito difícil manipular bem uma figura para que o público veja completamente os movimentos e não se distraia porque a personagem começar a voar na cena ou porque aparece a cabeça do manipulador. Para preparar esta parte, além de ter atenção à regra da sobreposição, a única coisa a fazer é praticar, experimentar e ensaiar de maneira a trabalhar bem em conjunto, tendo bem em conta o espaço de luz delimitado no ecrã, as proporções e os movimentos das outras personagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-9101754373105024481?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/9101754373105024481/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/teatro-das-sombras-teoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/9101754373105024481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/9101754373105024481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/teatro-das-sombras-teoria.html' title='Teatro das sombras. Teoria.'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SwGATKn7R-I/AAAAAAAAAwg/GyOTL_enZFg/s72-c/teatro+das+sombras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3435553232403261880</id><published>2009-11-16T16:36:00.004Z</published><updated>2009-11-16T17:34:16.247Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 10'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relaxamento'/><title type='text'>Acordar outra vez</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesta sessão, como fizemos na sessão do &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/descontrair-deitados.html"&gt;dia 6 de Outubro&lt;/a&gt;&amp;nbsp;, começámos não com um aquecimento, mas sim com um relaxamento individual. Deitados no chão sobre os colchões da sala de barriga para cima, individualmente, tentámos, num primeiro momento, alcançar a concentração necessária para iniciar a sessão. De seguida, sempre em silêncio, começámos, seguindo as instruções do professor, a rodar devagar o pé direito, de fora para dentro e de dentro para fora, ou seja, no sentido dos ponteiros dos relógios e no sentido oposto, tentando mexer só o tornozelo e o pé, ligeiramente levantado do chão, sem mexer a perna nem outras partes do corpo. A seguir ao pé direito foi a vez do pé esquerdo repetir o mesmo exercício. Depois dos pés, para concluir os membros inferiores encolhemos simultaneamente as pernas, juntando-as ao corpo, sempre devagar e sem movimentos bruscos, para depois esticá-las outra vez no chão, como se nos espreguiçássemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para os braços e os ombros começamos com o rodar das mãos, com todos os dedos bem esticados, também nos dois sentidos, primeiro a mão direita e depois a esquerda tentando, similarmente ao que tínhamos feitos com os pés, não mexer outras partes do corpo. De seguida, o professor mandou-nos espreguiçar os dois braços simultaneamente esticando-os atrás da cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para concluir este exercício fizemos também alguns movimentos com a cabeça, inicialmente rodando para a direita, depois para esquerda e sucessivamente, num só movimento, rodando-a do centro para a direita, da direita para a esquerda e retorno a posição central.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este tipo de exercícios, além de trabalhar o silêncio, a concentração e a alienação em relação aos outros colegas (e somos muitos) na sala ajuda a acordar outra vez, deixando o tempo para acordar as pernas, os braços e a cabeça, trabalhando nas articulações. Na minha opinião este pode ser um exercício quer para o início da sessão, sobretudo se a sessão acontece no início da manha, como a nossa, quer no final, para relaxar os músculos e os membros depois dos exercícios.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3435553232403261880?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3435553232403261880/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/acordar-outra-vez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3435553232403261880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3435553232403261880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/acordar-outra-vez.html' title='Acordar outra vez'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-895106641102085229</id><published>2009-11-08T18:30:00.011Z</published><updated>2009-11-08T18:55:58.902Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimedia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 03'/><title type='text'>Ensaio sobre o teatro. Aprender com os melhores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcR_9HcFTI/AAAAAAAAAwY/-NV0EE-Te8A/s1600-h/cartaz+revista+fim.blogspot.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcR_9HcFTI/AAAAAAAAAwY/-NV0EE-Te8A/s640/cartaz+revista+fim.blogspot.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Ensaio sobre o teatro". Cartaz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: orange;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://revistafim.blogspot.com/2007_07_15_archive.html"&gt;revistafim.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para aprender com os melhores, nesta sessão, em vez de dedicar-nos a exercícios e jogos teatrais, vimos o documentário “Ensaio sobre o teatro” de Rui Simões, cujo promo e ficha técnica foram publicados neste blog, no &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/blog-post.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;. Este documentário relata a preparação, desde o inicio, do espectáculo teatral da companhia O Bando a partir da obra literária de José Saramago “Ensaio sobre a Cegueira” com a dramaturgia e encenação de João Brites. A escolha do documentário por parte do professor teve em conta também um outro espectáculo histórico (nos dois sentidos na palavra) desta companhia ao qual iremos assistir no próximo dia 14 de Novembro e sobre o qual falaremos neste blog mais à frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme estrutura-se entre as imagens da estreia do espectáculo no Teatro Nacional de S. João no Porto, dia 06 de Maio de 2004, o arquivo de todas as fases da realização, desde o início, e as entrevistas aos actores, ao encenador João Brites e ao próprio José Saramago. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A parte mais interessante, quer ao nível pessoal quer de trabalho nesta disciplina, foi a percepção de todos os trabalhos que estão por trás dum espectáculo, considerando também que o “Ensaio sobre a Cegueira” é uma peça fora do normal por ter uma cenografia muito complicada, um elenco muito grande de actores e uma duração de três horas, alem de ter a dificuldade de partir não de um texto escrito para o teatro, mas dum romance. Também o facto do “Ensaio sobre a cegueira” ter sido escrito por José Saramago, escritor valente, mas bastante difícil e ainda por cima premiado com o Premio Nobel pela Literatura transformou este espectáculo num enorme desafio para a companhia O Bando, que celebrou, com esta peça, os seus 30 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No princípio do documentário é apresentado o primeiro encontro, de 2003, que os actores tiveram com o encenador para começar a trabalhar num estágio em Palmela, onde todos começaram pela coisa mais difícil e mais importante para este trabalho: o ser cego, ou melhor, ou representar ser cego. Assim desenvolveram vários exercícios e actividades, individuais e de grupo, sobre o ser cego, inicialmente de olhos fechados e onde cada um tinha a liberdade de interpretar a situação numa maneira passional e trágica ou fria e o mais possível destacada, e mais a frente de grupo, com regras mais definidas e papeis estabelecidos. O que me impressionou, apesar de ter reparado nisso só mais à frente no filme nas partes em palco, foi a capacidade dos actores de se fingirem cegos mantendo os olhos abertos. No palco, de facto, eles tiveram de saber reproduzir os gestos, as caminhadas e sobretudo a direcção do olhar dos cegos, conseguindo ao mesmo tempo perceber os movimentos dos outros actores em cena e movimentando-se numa cenografia que, como já referimos e como se pode ver no promo, era muito complicada. Este, ao longo do todo o filme, foi o meu maior espanto que provocou uma grande admiração pela capacidade dos actores de representar e, claro, a pena de não ter visto a peça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois dos primeiros exercícios corporais, que continuaram claramente ao longo de todo o percurso feito até à estreia, foi a vez dos treinos vocais, onde se pedia a cada actor que encontrasse uma voz adaptada à sua personagem, mas ao mesmo tempo suficientemente executável para ser mantida ao longo de todo o espectáculo. Este é um trabalho muitas vezes individual de experimentação, de tentativa erro e de reflexão sobre as características da personagem na história e a maneira de representar estas características não só com as palavras e os gestos, mas também com a voz, com o seu tom, a sua cadência e o seu ritmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Também o trabalho para a relização da cenografia teve de partir do conceito e das ideias presentes no romance. Por exemplo a cegueira branca, da qual fala Saramago na entrevista, foi reproduzida com um nevoeiro verdadeiro que abraçava também os espectadores das primeiras filas. As estruturas metálicas presentes em cena criaram várias dificuldades, até a nível de segurança, mas foram essenciais para representar a ideia da entrada, ou largada, dos primeiros cegos na quarentena ou mesmo a divisão espacial dos bons e dos maus mais à frente na trama. Foram até introduzidos ligeiros cheiros na cenografia de maneira a deixar o espectador na dúvida de os ter sentido ou não, e para recrear o mais fielmente possível a ideia de cegueira, que obriga a pessoa a desenvolver mais os outros sentidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O documentário apresenta também a opinião de outros profissionais, fundamentais para a realização de qualquer espectáculo, como a figurinista, as costureiras e os técnicos de sala. Muitas vezes as decisões foram tomadas em conjunto, ouvindo a opinião dos actores e as suas exigências de conforto e de movimento na cena. Um exemplo emblemático disso são as cenas de sexo ou de nudez, que foram assunto de varias discussões entre os actores, os técnicos e o próprio encenador. A realidade dos gestos, a necessidade de despir-se e até as falas foram estudadas e ensaiadas várias vezes para serem depois apresentadas ao público na melhor maneira possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um outro aspecto fundamental para a realização de uma peça teatral, bem descrito no documentário e fundamental para nós como grupo da turma de Prática Teatral, tendo o prazer de trabalhar com os alunos do curso de Musica na Comunidade, é a música. Em “Ensaio sobre a Cegueira” a música é original e foi gravada de propósito por uma orquestra e um coro infantil. Acho que esta ideia da gravação poderia ser interessante para a realização da nossa própria peça e para desfrutar em pleno as capacidade dos nossos colegas músicos. Além da actuação e da gravação, o filme relata também o difícil trabalho do técnico do som. Assim percebemos que se pode introduzir sons em loop, que se pode construir um jogo entre as vozes dos actores e a música de maneira a representar cada vez melhor as ideias e os sentimentos contidos no texto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma companhia de teatro é um conjunto de pessoas e como tal, ao longo dos vários meses de trabalho para esta obra, aconteceram também episódios de nervosismo, de tensões e de lutas. O documentário apresenta também estas situações onde por vezes o encenador teve de impor autoridade ou onde os actores revelaram, entre choros e gritos, como é difícil fazer bem este trabalho. Também com o aproximar da estreia, onde o próprio José Saramago esteve presente, o nervosismo aumentou e com ele a superstição do azar e a tensão. Se, por outro lado, vimos esta situação doutra perspectiva, apresentada igualmente no filme, podemos dizer que com o nervosismo fez aumentar também o espírito de equipa, a solidariedade e a força de todo o grupo, que permitiu, no dia da estreia e em todos os outros a seguir a realização de um bom trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em termos de escolhas de montagem do filme a duplicidade das cenas dos ensaios e da peça ultimada contribuiu sem dúvida para a melhor percepção de todo o trabalho porque assim assistia-se, relativamente a cada aspecto da preparação, ao percurso e depois ao resultado final, ou vice-versa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A visão deste documentário permitiu-nos perceber, em primeiro lugar, a importância do trabalho de equipa e a complexidade da realização de uma peça teatral. Aspectos como estes irão ser-nos muitos úteis na altura da preparação da nossa pequena (quase inclassificável em comparação ao “Ensaio sobre a Cegueira”) peça teatral ou mesmo mais à frente no nosso futuro profissional. O segundo aspecto que este documentário evidenciou foi sem dúvida o profissionalismo e o empenho duma companhia importante como O Bando, autora de alguns dos melhores espectáculos do país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcQtSQ31wI/AAAAAAAAAwI/kkxfWBIYfY0/s1600-h/4+geral.mef.googlepages.com.mef-movimentodeexpress.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcQtSQ31wI/AAAAAAAAAwI/kkxfWBIYfY0/s400/4+geral.mef.googlepages.com.mef-movimentodeexpress.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Ensaio sobre a Cegueira".Imagem do espectaculo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: orange;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://geral.mef.googlepages.com/mef-movimentodeexpress%C3%A3ofotogr%C3%A1fica8"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;geral.mef.googlepages.com/mef-movimentodeexpress&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcRCaqQG7I/AAAAAAAAAwQ/hK9dGb0LXWM/s1600-h/3+quartaparede.wordpress.com.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcRCaqQG7I/AAAAAAAAAwQ/hK9dGb0LXWM/s400/3+quartaparede.wordpress.com.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Ensaio sobre a Cegueira".Imagem do espectaculo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: orange;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://quartaparede.wordpress.com/2007/07/"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;quartaparede.wordpress.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-895106641102085229?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/895106641102085229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/ensaio-sobre-o-teatro-aprender-com-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/895106641102085229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/895106641102085229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/ensaio-sobre-o-teatro-aprender-com-os.html' title='Ensaio sobre o teatro. Aprender com os melhores'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SvcR_9HcFTI/AAAAAAAAAwY/-NV0EE-Te8A/s72-c/cartaz+revista+fim.blogspot.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-4974466022100955328</id><published>2009-11-06T13:46:00.017Z</published><updated>2009-11-07T15:30:01.692Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimedia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 11 03'/><title type='text'>"Ensaio sobre o teatro" um documentario de Rui Simões. Promo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Rmn7YeKSGHE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Rmn7YeKSGHE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ficha Tecnica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Titulo: "Ensaio Sobre o Teatro"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Realizador: Rui Simões&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;País. Portugal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ano: 2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Duração: 90 minutos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Produção:Real Ficção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Financiamentos: Ministério da Cultura, ICAM, RTP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A partir da adaptação teatral da obra de José Saramago "Ensaio sobre a Cegueira"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Criação do teatro O Bando&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Encenação e dramaturgia de João B&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;rites&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-4974466022100955328?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/4974466022100955328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4974466022100955328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4974466022100955328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/blog-post.html' title='&quot;Ensaio sobre o teatro&quot; um documentario de Rui Simões. Promo.'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-2671698698590694233</id><published>2009-11-02T19:44:00.005Z</published><updated>2009-11-02T19:45:38.738Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão final'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 27'/><title type='text'>Porquê duas vezes?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Confesso que quando me apercebi que os exercícios que tínhamos para desenvolver nesta sessão eram muitos parecidos com os da sessão anterior tive algumas dúvidas e ficai a pensar nisso nos dias seguintes. Cheguei à importante conclusão que se, como nos foi dito na primeira aula, este não é um curso para actores e se nós queremos utilizar o teatro nas nossas futuras actividades profissionais não como objectivo, mas sim como ferramenta de trabalho, a repetição dos exercícios é fundamental. Se nós queremos, como eu quero, desenvolver actividades como estas no papel do dinamizador, ou animador, é necessário experimentar mais que uma vez o mesmo exercício para num futuro ser capaz de trabalhar na melhor maneira possível. Assim, na primeira vez, podemos experimentar como participantes, numa segunda podemos trabalhar prestando atenção também às atitudes do dinamizador e ao seu trabalho e numa terceira vez podemos ser nós próprios os dinamizadores, digo isso em qualidade de sugestão para o futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Além disso, vimos nesta sessão que ainda cometemos erros na execução do exercício como o já referido ler caminhando, sem prestar atenção à leitura, ou ainda fazer barulho e utilizar um tom de voz bastante baixo na representação em cena. Notamos estes erros, desta vez, sobretudo porque tínhamos um público-alvo estabelecido, e até tivemos algumas atenções, já referidas neste blog, em relação a isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Também a parte final da sessão, constituída sempre por um debate e uma troca de opiniões em relação às actividades, serve muito no sentido de aprender a dinamizar os exercícios, tal como serve para isso a repetição dos mesmos. Desta vez no debate falou-se do facto de, representando o conto todo seguido sem parar entre um grupo e o outro, se criar muito ruído na sala e quase ninguém estar com atenção ao trabalho dos colegas na cena, estando toda a turma nervosa em relação à nossa próxima entrada e à organização dos materiais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acho, depois desta minha reflexão, esta maneira de trabalhar numa disciplina prática muito correcta, repetindo os exercícios e pensando nos erros feitos e ainda debatendo sobre os mesmos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-2671698698590694233?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/2671698698590694233/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/porque-duas-vezes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/2671698698590694233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/2671698698590694233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/porque-duas-vezes.html' title='Porquê duas vezes?'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-1826236496186473595</id><published>2009-11-02T19:42:00.006Z</published><updated>2009-11-08T18:56:29.077Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 27'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relaxamento'/><title type='text'>Fazer pressão para relaxar, desta vez com mais tempo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O exercício de relaxamento foi o mesmo da &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/fazer-pressao-para-relaxar.html"&gt;sessão anterior&lt;/a&gt; onde a pares, elemento A e elemento B, tínhamos de trabalhar para o relaxamento e a descontracção do outro. Assim, numa primeira fase o elemento A exercitava uma ligeira pressão com os dedos na cabeça, nas palmas das mãos e nas plantas dos pés do elemento B deitado no chão com a barriga para cima. Numa segunda fase o elemento B virava-se e o elemento A passava a fazer o exercício também nas costas do colega. Nas fases três e quatro os dois elementos trocavam de posição e de tarefa para dar a possibilidade a todos de experimentar o exercício. A diferença com o exercício da sessão anterior foi que reservámos mais tempo para o relaxamento, assim quem exercitava a pressão podia faze-lo com mais calma, sem a pressa de passar logo à fase seguinte e tinha de tentar perceber ainda mais, sem palavras, as respostas do colega deitado, para ajudá-lo realmente a descontrair. Também quem estava deitado, tendo mais tempo, podia relaxar-se mais, concentrando-se na sua respiração e nas pressões que o colega fazia em partes sensíveis do corpo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O facto de ter mais tempo aumentou também a necessidade de concentração e de alienação dos outros colegas na sala. Este é um tipo de exercício que requer uma certa dose de empenho e de atenção, para não olhar aos outros pares e começar a rir e para ajudar o próprio colega a descontrair percebendo os estímulos que o ajudam a fazer isso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su82FjLfTsI/AAAAAAAAAuY/Ft2Lhb9BnOo/s1600-h/relax.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su82FjLfTsI/AAAAAAAAAuY/Ft2Lhb9BnOo/s400/relax.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os elementos A e os elementos B&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana;"&gt;Fonte: Autoria de um colega&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-1826236496186473595?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/1826236496186473595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/fazer-pressao-para-relaxar-desta-vez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1826236496186473595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1826236496186473595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/fazer-pressao-para-relaxar-desta-vez.html' title='Fazer pressão para relaxar, desta vez com mais tempo'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su82FjLfTsI/AAAAAAAAAuY/Ft2Lhb9BnOo/s72-c/relax.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-1699955800221350076</id><published>2009-11-02T19:39:00.036Z</published><updated>2009-11-21T10:36:09.271Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro em Palco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Percepção do espaço'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imaginação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 27'/><title type='text'>Passo para frente és o actor, passo para trás és o aluno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A primeira actividade da sessão, depois do aquecimento, foi a dramatização de um conto muito conhecido, Capuchinho Vermelho, numa maneira similar à que tínhamos feito na sessão do dia &lt;a href="http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/dentro-e-fora-da-cena.html"&gt;13 de Outubro&lt;/a&gt;. Depois de ter formado os grupos com o método da atribuição de números, dividindo-nos assim em 5 grupos de 5 ou 6 elementos, a cada grupo foram atribuídas duas partes da história, não consecutivas, escritas em folhetos como estes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su86yzq9UqI/AAAAAAAAAvI/gCeOVX1M8nc/s1600-h/papel1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su86yzq9UqI/AAAAAAAAAvI/gCeOVX1M8nc/s320/papel1.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su862v8FONI/AAAAAAAAAvQ/wiw5W8gRDxE/s1600-h/papel2.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su862v8FONI/AAAAAAAAAvQ/wiw5W8gRDxE/s320/papel2.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cartões distribuidos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte. Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A primeira tarefa foi escolher duas pessoas do grupo para ler as nossas partes aos restantes da turma de maneira a dar a conhecer a todos a versão do conto com a qual iriamos trabalhar. A leitura devia ser bem-feita, em voz alta e o mais expressiva possível, mas sobretudo devia ser feita quando todo o grupo estivesse dentro do espaço cénico delimitado no chão da sala utilizado na sessão do &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/StzsZXL20nI/AAAAAAAAApg/xLB4uaET5v0/s1600-h/mapa.jpg"&gt;dia 13&lt;/a&gt;. Também as entradas e as saídas, como no exercício passado, eram estabelecidas segundo uma tabela pela qual, quem entrava pela esquerda saia pela direita e vice-versa na leitura da segunda parte da história. Assim todos os grupos leram um após o outro o conto deixando perceber que iríamos trabalhar com a versão na qual o lobo come a avô e a Capuchinho Vermelho e adormece, mas no final entra em cena o caçador que abre com um facalhão a barriga do lobo, deixa sair as duas desgraçadas e enche novamente a barriga do lobo com pedras, sem que ele se de conta de nada. Assim, quando o lobo acorda foge muito maldisposto por causa das pedras na barriga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste exercício, como infelizmente vimos na nossa sessão, é muito importante prestar atenção as duas tarefas, que devem ser executadas em contemporâneo: ler em voz alta e estar no espaço cénico delimitado. Muitas vezes, na nossa sessão, a única preocupação foi a delimitação do espaço, assim o grupo entrava todo no rectângulo enquanto um dos membros lia o texto, muito depressa e sem quase nenhuma expressividade. Como resultado obtivemos que todos os grupos respeitaram as entradas e saídas concordadas, mas ninguém percebeu nada das leituras dos outros grupos, tanto que teve de ser o professor a explicar a versão do conto escolhida. Na minha opinião, em casos como este, é melhor repetir o exercício, focando a tónica nos erros da actuação anterior, para percorrer um caminho certo onde todas as etapas foram completadas na melhor maneira possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No segundo exercício desta parte principal da sessão cada grupo tinha de preparar a representação das suas duas partes para efectuá-la no espaço cénico da sala, imaginando estar a representar para um grupo de crianças. Podia-se utilizar adereços e objectos cénicos e, sendo esta já a 4ª aula da disciplina, tínhamos de tentar trabalhar na melhor maneira possível a interacção com as outras pessoas do grupo, não focando a atenção somente na nossa parte e na nossa personagem. Depois do tempo de preparação representámos outra vez o conto no rectângulo cénico de maneira a não haver interrupções, assim quando um grupo saia duma saída o outro já estava a entrar na saída oposta. Todos os grupos utilizaram adereços e tentaram ser bastante expressivos, quer nas falas, quer nas interacções com os outros actores. Foi interessante reparar como no trabalho completo, sem, à partida, ter havido trocas de ideias entre os grupos na fase de preparação, houve muitas coisas parecidas como por exemplo alguns actores a fazer as árvores do bosque, a Capuchinho Vermelho ter um lenço desta cor na cabeça ou até existir um actor que fez de porta da casa da avó. Entre as ideias, utilizadas para dar a todos um papel no palco e para tornar a cena mais pormenorizada e clara, houve algumas verdadeiramente geniais, como o espelho, que reflectia o lobo no acto de maquilhar-se para disfarçar-se da avó ou o caçador em frente da porta fechada que procura as chaves de baixo do tapete de entrada e que no final abre a porta (um actor) com um pontapé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todos estes pormenores, e os outros não citados, foram introduzidos porque foi-nos dado à partida um público-alvo específico, as crianças, que, como todos os tipos de público, têm necessidades especiais. Assim houve um grupo que preferiu introduzir duas novas personagens de segundo plano, o cão e a gata da avó, em vez que ter actores a representar os móveis da casa ou outros adereços de difícil compreensão. Ainda houve grupos que utilizaram um lenço vermelho e uma canção de fácil melodia para caracterizar melhor a personagem principal. Todas estas particularidades devem ser pensadas e estudadas em relação ao nosso tipo de público, mas sem por isso entrar na simplicidade extrema ou na infantilização. Uma outra coisa muito importante que aprendi e que estou a aprender na ESELx é a quase obrigatoriedade, para mim pelo menos moral, de oferecer sempre aos nossos públicos-alvo estímulos criativos e que sejam uma mais-valia para eles, que sejam a “desculpa” para aprender mais, para descobri mais, para provar a maravilha uma vez mais. Assim, neste caso, teria sido um erro limitar-nos a falas simples, movimentos isolados e interacções óbvias entre os actores, porque isso não teria despertado nenhuma curiosidade e não teria exigido nenhum esforço para a compreensão completa da peça. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su80swD6_pI/AAAAAAAAAuA/YdU4djDKuZw/s1600-h/ler.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su80swD6_pI/AAAAAAAAAuA/YdU4djDKuZw/s400/ler.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ler em voz alta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su81C5EOfzI/AAAAAAAAAuI/41Mzbfr-Noc/s1600-h/debategrupos.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su81C5EOfzI/AAAAAAAAAuI/41Mzbfr-Noc/s400/debategrupos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O trabalho nos grupos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su81NH4HZ8I/AAAAAAAAAuQ/U1XzhfhqLgg/s1600-h/arvore.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su81NH4HZ8I/AAAAAAAAAuQ/U1XzhfhqLgg/s400/arvore.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A representação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria de um colega&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-1699955800221350076?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/1699955800221350076/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/passo-para-frente-es-o-actor-passo-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1699955800221350076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1699955800221350076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/passo-para-frente-es-o-actor-passo-para.html' title='Passo para frente és o actor, passo para trás és o aluno'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/Su86yzq9UqI/AAAAAAAAAvI/gCeOVX1M8nc/s72-c/papel1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-303520344734804874</id><published>2009-11-02T19:31:00.001Z</published><updated>2009-11-02T19:31:46.326Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aquecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 27'/><title type='text'>Life is a Cabaret</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como quase numa tradição começamos o aquecimento desta sessão com música, esta vez a banda sonora do filme “Cabaret” (1972), caminhando em todo o espaço da sala. A primeira tarefa, e se calhar a mais difícil, foi andar individualmente tentando alcançar a concentração, prestando também atenção à nossa postura, costas direitas, cabeça erguida e braços ao longo do corpo. Um outro objectivo deste exercício era tentar apanhar o ritmo da canção, mudando de passo em cada mudança de canção. A seguir, sempre concentrados, tínhamos de olhar nos olhos as pessoas com quem nos cruzávamos e depois seguir em frente, apanhando então o contacto visual com uma outra pessoa. Depois disso, sempre com a música a dar-nos o ritmo, o professor introduziu vários sinais, cada um associado a uma mudança. Assim com uma palma de mãos começávamos a ir para atrás, devagar, mas sem olhar atrás das costas; duas palmas voltavam a fazer-nos ir em frente. Ainda a palavra “AGORA” mandava-nos juntar muito rapidamente em pares e dançar juntos ao som da canção e quando o professor utilizava as palmas ou os clips para bater o ritmo nós imitávamo-lo. Todos os sinais combinados foram introduzidos gradualmente, para não criar confusão, mas, mesmo assim, para o professor, que naquele momento estava a dirigir o exercício, havia a possibilidade de brincar tentando enganar-nos trocando os sinais.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este exercício, alem de servir para o aquecimento da sessão, introduziu novamente uma técnica divertida, que já tinha observado em outras disciplinas como “Oficina de Animação Musical” com o professor Paulo Rodrigues, para a interacção com os grupos. No papel do dinamizador da actividade pode-se, como fez o professor nesta sessão, introduzir várias tarefas associadas a sinais específicos, mas inevitavelmente quando se introduz um novo sinal todos estão concentrados neste, esquecendo quase os precedentes. Assim pode-se brincar com: “Quando digo “AGORA” juntem-se em pares e dancem com o outro”... “CLAP (uma palma, associada a um outro sinal precedente) ” e quase todos irão a procura dum par para dançar. Esta pode ser até a estrutura de um jogo, onde quem se engana sai do jogo ou leva um ponto e no final que tem menos pontos ganha, mas no caso da nossa sessão foi utilizada, na minha opinião, para treinar a memória e sobretudo a concentração, necessária numa sessão de teatro.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-303520344734804874?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/303520344734804874/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/life-is-cabaret.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/303520344734804874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/303520344734804874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/11/life-is-cabaret.html' title='Life is a Cabaret'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3534094839750518300</id><published>2009-10-25T13:22:00.000Z</published><updated>2009-10-25T13:22:46.836Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 20'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexão final'/><title type='text'>Para que isso me serviu?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A minha reflexão final para esta sessão divide-se, como a própria sessão, em duas partes. Em primeiro lugar queria abordar, tal como fizemos no debate final, a importância pessoal e profissional da improvisação. Por experiência pessoal, sei que a capacidade de improvisar é como um músculo que precisa de ser treinado com exercícios como os que fizemos nessa aula, de improvisação pura a partir de objectos e de improvisação ligeiramente orientada. Digo que esta capacidade precisa de treino porque não é possível estudar a improvisação e a única maneira de aprende-la é colocarmo-nos perante situações problemáticas, onde, por exemplo, um colega te desafia para continuar, em poucos segundos, a trama de uma história. Assim, repetindo estes exercícios, que entre as outras coisas são muito engraçados, iremos adquirir a capacidade de ser nós a dar o primeiro passo e a desafiar os outros ou mesmo a resolver rapidamente uma situação problemática. Adquirir esta capacidade, para um animador sociocultural, é fundamental, pois haverá sempre problemas de logística, de dinâmica do grupo ou de tensão com o nosso público-alvo e muitas vezes reagir como num exercício de improvisação teatral é a solução melhor. Também na própria área do teatro a improvisação permite-nos construir actividades e jogos partindo basicamente de poucas coisas, alcançando com estas actividades objectivos fundamentais como o espírito de grupo e a perda de inibição dos participantes. A nível pessoal, o treino desta capacidade é para mim fundamental porque se, como quero, num futuro me irei afirmar como contador de histórias terei de habituar-me ao facto de, como já me acontece, um miúdo na primeira fila interromper o meu conto e ter de improvisar a partir das suas palavras o resto da minha história. Creio que estes exercícios e esta maneira de resolver os problemas são muito interessante também a nível mental, porque a improvisação obriga-nos a puxar pela cabeça para encontrar rapidamente as palavras para responder. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A segunda reflexão estrutura-se acerca da primeira abordagem que tivemos com o teatro de objectos. Acho este género teatral, (pouco desenvolvido em Portugal e em Itália, mas que pode contar com grandes companhias em outros países como França), muito fascinante porque recupera os jogos infantis e as suas regras, onde um objecto se transforma numa personagem e onde é a mão do manipulador que manda os seus movimentos. Todavia, como vimos nesta sessão, é uma modalidade muito difícil porque implica várias regras de manipulação, se calhar mais difícil do que as próprias marionetas. Num futuro profissional poderei utilizar o teatro de objectos para improvisar, mais uma vez, pequenos espectáculos teatrais em vários contextos, sobretudo com um público infanto-juvenil, utilizando-o para contar partes de histórias ou para dinamizar leituras. A parte mais interessante do trabalho que fizemos na aula foi, com certeza, a descoberta deste novo género teatral, que me permitiu descobrir uma outra maneira, a mim desconhecida, de fazer teatro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3534094839750518300?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3534094839750518300/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/para-que-isso-me-serviu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3534094839750518300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3534094839750518300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/para-que-isso-me-serviu.html' title='Para que isso me serviu?'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-8462689726935956879</id><published>2009-10-25T13:19:00.002Z</published><updated>2009-10-25T13:24:43.264Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 20'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relaxamento'/><title type='text'>Fazer pressão para relaxar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O exercício de relaxamento do final da aula foi feito a pares, aproveitando os pares que se formaram na última dança do exercício de aquecimento. Um participante era considerado o elemento A e o outro o elemento B. Com o acompanhamento de uma música instrumental relaxante a tarefa do elemento A era contribuir para a descontracção do colega deitado de barriga para cima no chão pressionando-lhe ligeiramente com as pontas dos dedos a cabeça, as palmas das mãos e as palmas dos pés. A um sinal predefinido o elemento B virava-se barriga para baixo e o elemento A continuava o seu trabalho, desta vez pressionando também as costas do colega. Tudo isso devia ser feito em rigoroso silêncio e tentando isolar-se do resto do grupo, imaginando de ser os únicos na sala e prestando muita atenção às respostas corporais do elemento B, percebendo quando a estimulação dum ponto era desagradável e quando esta contribuía para o relaxamento. A actividade continuou com a troca de funções entre o elemento A e o elemento B.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este tipo de actividade, que obriga à concentração e que ajuda a ter consciência do nosso corpo, foi muito importante apesar de não ter tido a possibilidade de durar o tempo necessário. De facto, com um grupo muito grande como o nosso, é mais difícil alcançar a concentração em tempos breves e cada som ou elemento externo pode desviar a atenção.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-8462689726935956879?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/8462689726935956879/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/fazer-pressao-para-relaxar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/8462689726935956879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/8462689726935956879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/fazer-pressao-para-relaxar.html' title='Fazer pressão para relaxar'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-179371534041351171</id><published>2009-10-25T13:17:00.008Z</published><updated>2009-11-21T10:36:36.361Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 20'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imaginação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro de Objectos'/><title type='text'>Teatro de objectos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A actividade proposta insere-se no objectivo, presente no programa da disciplina, de abordar várias técnicas e vários géneros do teatro. A cada grupo foi dado um conjunto de bonecos e a tarefa de inventar uma história para ser representada, manipulando os bonecos, em cima de uma mesa de apoio. Assim, em cada grupo, discutiu-se bastante, não só sobre como constituir uma história com princípio, meio e fim, (ou seja, com um início, um problema, a resolução do problema e o final), mas também sobre como resolver os problemas relativos a manipulação dos bonecos evitando que a mão do manipulador escondesse o boneco ao público, mas ao mesmo tempo dando uma certa liberdade de movimento aos personagens. Cada grupo, de facto, tinha 4 ou 5 participantes, que se traduz em 5 ou mais mãos a trabalhar em simultâneo na cena com bonecos de pequenas dimensões. As histórias apresentadas ao resto da turma, feitas com os bonecos e com alguns lenços a servir de cenário, foram bastante boas no que concerne a trama, mas tiveram alguns problemas com a manipulação, devido à nossa inexperiência neste género teatral e ao tamanho dos bonecos. Muitas vezes, as histórias tinham a ver com as características dos bonecos, por isso o grupo que tinha vários animais para manipular inventou uma trama que se desenvolvia na savana, mas outras vezes, graças a uma grande fantasia dos componentes do grupo, os objectos assumiam características surreais. Assim quatro cenouras transformaram-se em cena numa nave espacial e na sua tripulação. Isso acontece porque, no teatro, há um acordo, um contrato hipoteticamente assinado entre o público e os actores, ou manipuladores, pelo qual quando se define que uma cenoura é uma nave espacial todos acreditam nisso para manter a magia do teatro onde, como disse um actor italiano, Gigi Proietti, "tudo é fictício, mas nada é falso".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este exercício permitiu-nos descobrir o teatro de objectos, desconhecido pela maioria dos participantes, e perceber as suas dificuldades e, por isso, o mérito dos manipuladores. Este tipo de actividade insere-se na óptica de proporcionar ao nosso público-alvo um panorama cada vez mais abrangente de actividade, permitindo-lhe descobrir novas formas de fazer teatro e de abrir os seus horizontes culturais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SuRP31QjIbI/AAAAAAAAAtI/vBknYwR5tM0/s1600-h/teatro+de+objectos.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SuRP31QjIbI/AAAAAAAAAtI/vBknYwR5tM0/s400/teatro+de+objectos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As cenouras são naves espaciais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-179371534041351171?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/179371534041351171/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/teatro-de-objectos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/179371534041351171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/179371534041351171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/teatro-de-objectos.html' title='Teatro de objectos'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SuRP31QjIbI/AAAAAAAAAtI/vBknYwR5tM0/s72-c/teatro+de+objectos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-7980589921134734216</id><published>2009-10-25T13:14:00.004Z</published><updated>2009-11-08T18:57:43.091Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 20'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Formação de grupos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Improvisação'/><title type='text'>Cinco objectos fazem uma história</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sentados em roda fomos divididos em grupos com o simples sistema dos números: o professor atribuiu a cada um um número de 1 a 5, formando assim cinco grupos homogéneos. A seguir, foram postos no meio da roda cinco objectos: duas malas, um tacho, uma concha da sopa e uma vassoura de vime. A tarefa de cada grupo consistia em ir para o meio da roda e muito rapidamente, utilizando os objectos para os seus fins verdadeiros ou inventados, improvisar a representação de alguma cena. Aconteceu assim que quem entre os participantes dos grupos era mais rápido a encontrar uma utilização para um objecto e um princípio de relação com as outras pessoas começava uma história, quase obrigando os outros a ir atrás do fio lançado. Assim criaram-se pequenas dramatizações como um engarrafamento no trânsito ou uma creche com bebes malcheirosos. A tarefa mais difícil era, para alguns, ir atrás duma história pensada por outros, deixando de lado a própria versão da utilização do objecto e a própria ideia de situação, e para outros encontrar uma prossecução ou uma solução ao problema apresentado no início da representação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O exercício seguinte, depois de ter sido dada a possibilidade a todos os grupos de improvisar totalmente, foi outra vez começar uma improvisação partindo dum local dado pelo professor. O exercício era parecido ao primeiro, com a obrigação de utilizar os objectos, de interagir entre os participantes e de seguir o fio da história lançada, mas desta vez todo o grupo tinha o ponto de partida igual e definido. Todavia, também assim, a pessoa mais rápida acabava por decidir a maneira como a história se ia desenrolar. As sugestões de locais dadas foram: um templo, uma paragem de autocarro, um museu, um restaurante e a encenação de uma peça teatral portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estes dois exercícios foram um começo da improvisação, um primeiro treino livre desta área do teatro, desenvolvida ao máximo, por exemplo, no teatro desporto. Como vimos, às vezes, é bastante difícil interagir rapidamente com outros participantes quando cada um tem na cabeça uma versão da história. Isso, para além de introduzir-nos cada vez mais no mundo do teatro, contribui para construir um grupo da turma, baseando as nossas relações na experiência comum de situações novas como esta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SuRPBCYEp3I/AAAAAAAAAtA/icUREJJPGkM/s1600-h/cinco+objectos+fazem+uma+historia.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SuRPBCYEp3I/AAAAAAAAAtA/icUREJJPGkM/s400/cinco+objectos+fazem+uma+historia.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pura improvisação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana;"&gt;Fonte. Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-7980589921134734216?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/7980589921134734216/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/cinco-objectos-fazem-uma-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/7980589921134734216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/7980589921134734216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/cinco-objectos-fazem-uma-historia.html' title='Cinco objectos fazem uma história'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SuRPBCYEp3I/AAAAAAAAAtA/icUREJJPGkM/s72-c/cinco+objectos+fazem+uma+historia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3906118272182082885</id><published>2009-10-25T13:06:00.006Z</published><updated>2009-10-25T13:08:42.459Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 20'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aquecimento'/><title type='text'>Solo voy com mi pena</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De manhã cedo, no princípio da aula, é bom aquecer com música, com uma música movimentada e conhecida que nos permita andar livremente no espaço, inicialmente caminhando, tentando descontrair todas as partes do corpo, a seguir, quase involuntariamente, dançando e cantando entre os lábios a letra da canção. O exercício de aquecimento desta sessão, parecido com o da precedente, foi, num primeiro tempo, andar pela sala, de costas direita e cabeça erguida, tentando apanhar o ritmo da musica de Manu Chao ( http://www.manuchao.net/ )A um sinal do professor (bater de palmas) a tarefa era agarrar na pessoa mais próxima e dançar com ela ao som da música. Foi-nos recomendado que não dançássemos como numa discoteca, cada um singularmente, mas sim dançar agarrados uns aos outros, como requeria a música. Ao segundo sinal era obrigatório deixar o par, muito rapidamente, e continuar a andar pelo espaço sozinho. A vez sucessiva não se podia dançar com a mesma pessoa, mas tínhamos, sim, de escolher uma outra, dançando também com ela. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dado que o grupo da turma é bastante homogéneo no número de rapazes e raparigas foi-nos possível fazer duas rodas concêntricas, uma de rapazes e a outra de raparigas. Sempre ao som da música, dançámos em roda à direita e à esquerda de maneira que as duas rodas dançassem em sentidos inversos. Ao sinal, a roda exterior passava a ser a interna e vice-versa. A seguir acabámos o aquecimento em grande roda onde os participantes eram alternados por género, quem restava excluído por não respeitar a ordem rapaz-rapariga-rapaz, ia para o centro da roda dançar livremente, tendo mais tarde a possibilidade de trocar o seu lugar com uma outra pessoa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A utilização de uma música movimentada para o aquecimento permite-nos dançar energicamente e, assim sendo, aquecer todas as partes do corpo e melhorar cada vez mais o nosso sentido do ritmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3906118272182082885?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3906118272182082885/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/solo-voy-com-mi-pena.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3906118272182082885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3906118272182082885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/solo-voy-com-mi-pena.html' title='Solo voy com mi pena'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3000211514703351598</id><published>2009-10-19T23:47:00.008+01:00</published><updated>2009-11-21T10:36:55.712Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro em Palco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 13'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Percepção do espaço'/><title type='text'>Dentro e fora da cena</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como no princípio da sessão contámos em conjunto o conto da Cinderela agora fomos convidados para representá-lo em conjunto, desta vez sem exageros. Cada pequeno grupo tinha dois momentos da história para representar, uma regra eram que todos tinham de representar um papel na cena, o que podia ser também um móvel ou uma parte do cenário. A regra mais importante, que caracterizava o exercício, era o respeitar fisicamente as entradas e as saídas de cena. O espaço foi dividido como o espaço da figura, deixando claro o espaço onde iríamos representar. Para além disso, os dois lados curtos do rectângulo constituíam as saídas e cada episódio da história tinha à partida as entradas e as saídas definidas. A dificuldade foi, sem dúvida, a coordenação quase silenciosa entre os vários grupos para que a representação da história nunca parasse.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este, na minha opinião, foi o primeiro verdadeiro exercício de prática teatral desenvolvido nas aulas, onde era bem clara a delimitação do espaço e onde era claro também que fora desta área éramos alunos e espectadores, mas uma vez pisada a linha cénica éramos actores, com todas as responsabilidades que isso implica. Esta foi também a primeira vez que, durante a minha actuação, olhei para o chão para verificar se estava dentro do espaço concordado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/StzsZXL20nI/AAAAAAAAApg/xLB4uaET5v0/s1600-h/mapa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/StzsZXL20nI/AAAAAAAAApg/xLB4uaET5v0/s400/mapa.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: orange; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Autoria própria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3000211514703351598?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3000211514703351598/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/dentro-e-fora-da-cena.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3000211514703351598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3000211514703351598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/dentro-e-fora-da-cena.html' title='Dentro e fora da cena'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/StzsZXL20nI/AAAAAAAAApg/xLB4uaET5v0/s72-c/mapa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-1121562172131457776</id><published>2009-10-19T23:28:00.006+01:00</published><updated>2009-11-21T10:37:22.685Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro em Palco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmicas de grupo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 13'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imaginação'/><title type='text'>Os limites de Cinderela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Voltando aos pequenos grupos anteriores (5 ou 6 participantes) foi-nos pedido que representássemos para a turma uma parte da história de Cinderela (representada por um cartão ilustrativo) levando até ao limite uma característica cómica ou surreal da cena. Assim, partindo da sequência básica dos acontecimentos tínhamos de imaginar como poderia acabar, no absurdo, uma determinada situação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O facto de ter de representar uma situação extrema, além de trabalhar a imaginação e todos os aspectos básicos da dramatização, vai tocar também as dinâmicas de grupo porque nem todas as pessoas se sentem à vontade para representar um papel extremo em frente do grande grupo. Assim, este exercício pode ser ao mesmo tempo útil para formar um grupo e trabalhar vários aspectos das dinâmicas internas, como também pode pôr em desconforto algumas pessoas.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-1121562172131457776?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/1121562172131457776/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/os-limites-de-cinderela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1121562172131457776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1121562172131457776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/os-limites-de-cinderela.html' title='Os limites de Cinderela'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-1614168209506627325</id><published>2009-10-19T23:26:00.004+01:00</published><updated>2009-10-19T23:27:23.022+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 13'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contar'/><title type='text'>Contar em conjunto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em grande grupo, sentados em roda, foram dados cerca de dez cartões com ilustrações do conto de Cinderela. Algumas pessoas da turma foram convidadas a reordenar a sequência desta história universalmente conhecida, assim, depois de poucos minutos, tínhamos a sequência completa que representava graficamente o conto. Posteriormente os cartões foram distribuídos aos participantes com um intervalo de 4 ou 5 pessoas entre cada imagem. O objectivo era contar o conto de Cinderela em conjunto, acrescentando cada um um ponto (Quem conta um conto acrescenta um ponto, diz a tradição), mas respeitando a distribuição das imagens. Assim, quem não tinha uma imagem era obrigado a acrescentar particulares da imagem anterior sem revelar o conteúdo da seguinte. Esta tarefa permitia-nos também desafiar o colega a seguir, interrompendo a frase ao meio, mas deixando uma porta aberta para a sua imaginação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O jogo de reordenar uma sequência de imagens para reconstruir uma história é muito utilizada com crianças, permitindo-lhes treinar o conceito de antes e depois e a relação causa-efeito. Todavia uma actividade como a do contar em conjunto, com só alguns cartões, é aconselhada para um público mais crescido, com uma capacidade de abstracção maior.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-1614168209506627325?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/1614168209506627325/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/contar-em-conjunto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1614168209506627325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1614168209506627325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/contar-em-conjunto.html' title='Contar em conjunto'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-5405402790994761513</id><published>2009-10-19T23:24:00.003+01:00</published><updated>2009-10-19T23:25:13.503+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Formação de grupos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 13'/><title type='text'>O lenço é que escolhe</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sempre continuando a andar pelo espaço, individualmente e ao som da música, foi-nos distribuído a cada um lenço colorido, e fomos depois disso desafiados a dançar com o lenço ou a utilizá-lo como adereço, continuando a nossa marcha. A seguir, os lenços foram os objectos que nos reuniram em grupos, diferenciados pela cor do próprio lenço, também em pequenos grupos continuámos a nossa dança, desta vez em roda, trabalhando quase involuntariamente a percepção de direita e esquerda. Depois de ter lançado várias vezes o lenço ao ar, com o objectivo de apanhar um outro duma cor diferente, juntamo-nos na grande roda e acabámos o aquecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como também foi dito no debate no fim da sessão este mecanismo dos lenços para formar grupos pode ser muito útil com qualquer tipo de público-alvo para evitar discussões e para acelerar a formação dos grupos. O não saber antes a utilidade dos lenços e a casualidade na escolha da sua cor permite formar grupos completamente aleatórios. Caso seja preciso (por motivos comportamentais ou de número) pode-se juntar dois pequenos grupos de duas cores ou, permanecendo no jogo das trocas e da dança, trocar com um participante o lenço para que ele fique num determinado grupo em vez de outro.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-5405402790994761513?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/5405402790994761513/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/o-lenco-e-que-escolhe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/5405402790994761513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/5405402790994761513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/o-lenco-e-que-escolhe.html' title='O lenço é que escolhe'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-4923674977705260723</id><published>2009-10-19T23:22:00.004+01:00</published><updated>2009-10-25T13:25:57.628Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 13'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aquecimento'/><title type='text'>Um ritmo que aquece</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O aquecimento desta sessão foi acompanhado pelo ritmo de várias canções gravadas. Inicialmente, a tarefa consistia em andar espalhados pela sala, como se fosse na rua, olhando, mas não interagindo com as outras pessoas. Assim, tendo em atenção também a postura, começámos a andar consoante o ritmo, mudando repentinamente quando este mudava e deixando-nos levar por ele. Existem várias maneiras de expressar o ritmo numa caminhada, pode ser com os pés, com a andatura, com os braços ou ainda com as reviravoltas no sítio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este exercício é muito utilizado, pela minha experiencia, em sessões de teatro, podendo ser considerado um aquecimento muscular, como também um aquecimento das relações com as pessoas, focando a atenção na troca de olhares ou até propondo aos participantes que se cumprimentem uns aos outros em maneiras diferentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-4923674977705260723?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/4923674977705260723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/um-ritmo-que-aquece_19.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4923674977705260723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4923674977705260723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/um-ritmo-que-aquece_19.html' title='Um ritmo que aquece'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-4332321239015579395</id><published>2009-10-19T16:23:00.004+01:00</published><updated>2009-11-21T10:37:56.820Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro em Palco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmicas de grupo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 06'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Percepção do espaço'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imaginação'/><title type='text'>Remake do conto da Capuchinho Vermelho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mantendo os mesmos pequenos grupos (6 ou 7 elementos) foi-nos dada a tarefa de representar para a turma a história completa de Capuchinho Vermelho com algumas variantes, próprias de cada grupo. O objectivo do público era observar a dramatização e descobrir a variável na execução do conto. A variável do meu grupo foi trocar os papéis das personagens e inserir outras personagens do mundo das fadas no seio da história. Claramente, este desafio permitiu-nos distorcer completamente o conto, uma vez que transformámos o lobo em Capuchinho Vermelho, a casa da avó num hospital dos contos e a própria Capuchinho Vermelho num caçador assassino. As outras variáveis eram constituídas da representação muda e a representação sem fala, mas sim com sons.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este exercício trabalha a criatividade e o espírito de equipa, o facto de ter uma tarefa comum e de construir todos juntos um produto final para mostrar aos outros melhorou as dinâmicas do próprio pequeno grupo e da turma inteira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-4332321239015579395?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/4332321239015579395/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/remake-do-conto-da-capuchinho-vermelho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4332321239015579395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/4332321239015579395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/remake-do-conto-da-capuchinho-vermelho.html' title='Remake do conto da Capuchinho Vermelho'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-1451240916725375011</id><published>2009-10-19T16:22:00.002+01:00</published><updated>2009-10-19T22:49:43.068+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmicas de grupo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 06'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Percepção do espaço'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imaginação'/><title type='text'>Tirar uma fotografia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A cada grupo, formado com o exercício anterior, foi dada uma imagem de um livro de banda desenhada. O objectivo era construir uma pequena história para dramatizar que, no momento escolhido, sinalizado por um gesto ou uma palavra de um dos actores, nos permitisse congelar-nos todos como estátuas na idêntica posição dos personagens na figura. Era permitido às pessoas, no momento final, quer não serem personagens, mas sim objectos e elementos do cenário da ilustração quer construirem uma história totalmente não-relacionada com a imagem: o importante era apenas que todos parassem no momento exacto, de maneira que os colegas, na qualidade de público, pudessem confrontar a cena com a imagem. O tempo dado era relativamente breve (5 ou 10 minutos) para obrigar-nos a trabalhar a cooperação e a inventividade muito rapidamente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Muito importante neste exercício, além de ser a primeira abordagem do nosso grupo com a dramatização, foi a noção do espaço, porque no momento no qual iríamos parar as distâncias entre todos tinham de ser proporcionais às da figura dada e porque quando se representa existe sempre um espaço “de cena”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-1451240916725375011?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/1451240916725375011/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/tirar-uma-fotografia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1451240916725375011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/1451240916725375011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/tirar-uma-fotografia.html' title='Tirar uma fotografia'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-8657829293425795492</id><published>2009-10-19T16:21:00.002+01:00</published><updated>2009-10-19T16:24:34.682+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinâmicas de grupo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 06'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Percepção do espaço'/><title type='text'>Formar letras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A tarefa do primeiro exercício desta sessão foi formar, rapidamente e em silêncio, letras do alfabeto português no chão, prestando atenção ao sentido no qual o professor as iria ler e tentando ao máximo utilizar só duas dimensões do espaço. De seguida, realizámos a mesma actividade a pares e a seguir em pequenos grupos, passando da construção de letras a pequenas palavras, tentando organizar-nos em pouco tempo e de maneira que todos participassem na construção da palavra escolhida. O fim desta actividade foi feita juntando os vários grupos até formar dois grupos únicos. Cada grupo tinha de escolher uma palavra secreta para o outro grupo adivinhar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Graças a esta actividade começamos, sem quase nos darmos conta, a trabalhar em grupo, com pessoas desconhecidas; a necessidade de trabalhar em conjunto rapidamente criou, desde o inicio, um espírito de grupo nos participantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-8657829293425795492?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/8657829293425795492/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/formar-letras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/8657829293425795492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/8657829293425795492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/formar-letras.html' title='Formar letras'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3567390104957864861</id><published>2009-10-19T16:19:00.002+01:00</published><updated>2009-10-19T16:19:49.694+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 10 06'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relaxamento'/><title type='text'>Descontrair deitados</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Individualmente, deitados no chão a uma certa distância uns dos outros e em silêncio, começamos a concentrar-nos, controlando a respiração e tomando consciência de todas as partes do nosso corpo. A seguir, muito devagar, começamos a rodar primeiro um pé e depois o outro, nos dois sentidos. Depois dos pés passamos a rodar as mãos, sempre em silêncio, e sucessivamente a cabeça, tendo atenção aos músculos do pescoço.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este exercício, se bem feito, em silêncio e com todo o tempo necessário para cada um, permite começar optimamente uma sessão, descontraindo os músculos principais e algumas articulações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3567390104957864861?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3567390104957864861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/descontrair-deitados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3567390104957864861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3567390104957864861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/descontrair-deitados.html' title='Descontrair deitados'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5616773855926801894.post-3579610980811112099</id><published>2009-10-19T16:17:00.003+01:00</published><updated>2009-10-25T14:41:47.590Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2009 09 29'/><title type='text'>Prefácio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este blog insere-se no âmbito da disciplina “Pratica teatral” do Professor Miguel Falcão do Curso de Licenciatura em Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Lisboa sendo o instrumento de avaliação contínua deste curso e constituindo-se como o meu portefólio individual. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A escolha deste formato deriva do facto de querer construir, para além de um portefólio, uma ferramenta prática e actualizada de exercícios teatrais e conteúdos abordados nas aulas, útil não só a mim, mas também a quem mais possa interessar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Num primeiro período do semestre, como consta no programa, iremos analisar conteúdos aptos a uma introdução da prática teatral assim como vários exercícios e dinâmicas de grupo, exercícios corporais e vocais, práticas de leitura expressiva e de leitura técnica, jogos sensoriais e treinos da improvisação. Posteriormente, abordaremos as várias escolas e géneros de teatro quer na teoria quer na prática, com exercícios e pequenas representações. Finalmente, iremos realizar, como turma desta disciplina, um pequeno espectáculo teatral, descobrindo e tratando de todos os processos que esta tarefa implica. Todas as actividades nas aulas irão ser feitas ou individualmente ou em pequenos ou grandes grupos. No final de cada sessão iremos ter um espaço de partilha e de debate em conjunto. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste blog é minha intenção reportar semanalmente as actividades desenvolvidas nas aulas assim como eventuais reflexões sobre as mesmas. No final, o blog será o meio onde terei todas as informações relativas à minha tarefa no espectáculo teatral do grupo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A escolha do sistema da apresentação dos vários post responde a uma necessidade de dividir os exercícios efectuados por finalidade, por tema e por dia. Assim será mais fácil, num futuro próximo e longínquo, quando, espero eu, já estarei a trabalhar constantemente na área da ASC, recuperar rapidamente as actividades desenvolvidas e as suas modalidades.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O nome do blog, em italiano, quer recuperar a minha ideia do teatro na ASC. De facto, nesta área, o teatro é, mais que uma ferramenta do &lt;em&gt;fazer para&lt;/em&gt;, uma ferramenta do &lt;em&gt;fazer com&lt;/em&gt;. ou seja, para realizar actividades com o meu público-alvo para que, graças ao teatro, se alcancem outros objectivos. Neste sentido queria que o meu teatro fosse, ainda que pequeno, contagioso em relação às pessoas com as quais irei trabalhar, contagioso nas relações, na aprendizagem em conjunto e na construção de um grupo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5616773855926801894-3579610980811112099?l=piccoloteatrocontagioso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/feeds/3579610980811112099/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/prefacao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3579610980811112099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5616773855926801894/posts/default/3579610980811112099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://piccoloteatrocontagioso.blogspot.com/2009/10/prefacao.html' title='Prefácio'/><author><name>matia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00794314049780783208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_HSNlpVMx2Hc/SYwggNfOhYI/AAAAAAAAAg8/kc2gERAfBUk/S220/io.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
